Defesa de Monique Medeiros pede autorização para manter gato na prisão

Boletim RJ
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A defesa de Monique Medeiros, ré pela morte do filho Henry Borel, solicitou autorização para que o gato adotado por ela durante período anterior de detenção possa permanecer com a acusada na penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

O pedido foi apresentado após o retorno de Monique ao sistema prisional por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleceu a prisão preventiva da ré.

Segundo os advogados, o animal — chamado Hércules — teria desenvolvido vínculo com Monique ainda durante a permanência anterior dela na unidade prisional. A defesa argumenta que a presença do gato contribuiria para o bem-estar emocional da acusada no cárcere.

A autorização depende de avaliação da direção da penitenciária. Caso o pedido seja negado, os advogados informaram que podem recorrer à Justiça.

Monique voltou à prisão após decisão do STF que considerou haver risco à instrução do processo e à ordem pública com a manutenção da liberdade da ré. Ela responde por participação na morte de Henry Borel, ocorrida em março de 2021, no apartamento onde a criança morava com a mãe e o então padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho.

O julgamento do caso está previsto para ocorrer em maio.

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