Aderval da Silva foi encontrado em uma residência na cidade de São PauloReprodução
Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) encontraram o réu por homicídio em uma residência no bairro Sacomã, na cidade de São Paulo. Aderval foi apresentado no 26º Distrito Policial de São Paulo, onde permaneceu à disposição da Justiça após o cumprimento do mandado de prisão preventiva.
Segundo a investigação, o homem matou o jovem porque acreditava que ele tinha estuprado sua filha, de 14 anos na época. A defesa da família da vítima afirmou que um laudo comprovou que não houve abuso sexual.
Relembre o caso
O assassinato ocorreu no dia 7 de agosto de 2024. Câmeras de segurança flagraram o momento do crime. O jovem andava por uma rua sozinho, a caminho do trabalho, quando Aderval e o irmão da adolescente, que o acusou de abuso, o abordam. O jovem tentou fugir, mas foi atingido por, ao menos, três tiros, morrendo no local.
Veja o vídeo:
Jovem é morto em Vargem Grande por acusação de abuso sexual
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— Jornal O Dia (@jornalodia) August 12, 2024
Familiares da vítima negam o abuso e garantem que a menina inventou a história. Na época, Mônica Oliveira Ramos, mãe de Pedro, contou ao DIA que a inocência do filho já havia sido provada. A mulher revelou que, no mesmo dia do assassinato, recebeu em casa a mãe da menina e a própria adolescente para conversar sobre o assunto.
Segundo a acusação, Pedro teria estuprado a menina em 10 de julho, mas a história só veio à tona no dia 7 de agosto, data do homicídio. Mônica sugeriu que a mãe da menina registrasse o caso para que fosse feito um exame de corpo de delito e a investigação começasse. No entanto, o filho foi morto minutos depois da conversa.

