A Polícia Civil investiga o estupro coletivo de uma adolescente de 12 anos na Zona Oeste do Rio. O caso foi registrado na noite de quarta-feira na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande. Segundo a polícia, a denúncia foi feita pela mãe da vítima. Os oito envolvidos já foram identificados. Nesta sexta-feira, a Justiça determinou a expedição de mandados de busca e apreensão dos adolescentes.
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De acordo com as investigações, o crime aconteceu em abril deste ano. A adolescente teria sido convidada pelo ex-namorado para ir até a casa dele. Ao chegar ao local, encontrou outros sete jovens, que passaram a pressioná-la para manter relações sexuais.
Ao negar o envolvimento, os adolescentes abusaram da jovem mediante violência física e psicológica. O registro que circula nas redes sociais mostra que parte do crime foi gravado por um dos menores que estava na casa. Nas imagens é possível ver ao menos cinco menores assistindo o estupro em um dos cômodos. Um deles ainda dá um tapa na cara da adolescente enquanto outro violenta a garota sexualmente.
Depois da violência, a adolescente não contou à família sobre o ocorrido. Segundo a polícia, a mãe da vítima descobriu o crime após o vídeo circular nas redes sociais e chegar até ela. Assim que tomou conhecimento do caso, procurou a delegacia para registrar a ocorrência.
Após a denúncia da mãe, a Deam representou pela busca e apreensão dos envolvidos. Outras diligências também estão em andamento para apuração do caso.
Estupro coletivo em Copacabana
Em janeiro deste ano, uma jovem de 17 anos sofreu um estupro coletivo em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo o inquérito, a adolescente foi convidada para o apartamento por um jovem de 17 anos, com quem já havia tido um relacionamento. Ela foi sozinha. No elevador, ouviu dele a sugestão de que fariam “algo diferente”. Ao chegar no imóvel, ela notou a presença de outros adolescentes.
A jovem relatou que, após ir para um quarto com o adolescente, os demais passaram a invadir o cômodo. Inicialmente, observaram e fizeram comentários. Depois, segundo o depoimento, começaram os toques sem consentimento. Mesmo após protestos, os quatro maiores de idade retornaram ao quarto e, de acordo com o relato, a situação evoluiu para cerca de uma hora de violência sexual e agressões físicas.
Ela afirmou ter sido puxada pelos cabelos, agredida com tapas, chutes e socos e impedida de sair quando tentou deixar o local. Disse que continuou sendo violentada mesmo após pedir que parassem. Ao sair do prédio, por volta das 20h25, enviou um áudio ao irmão dizendo que “achava que tinha sido estuprada”. Em casa, contou o ocorrido à avó, que a levou à delegacia naquela noite.
O exame de corpo de delito apontou múltiplas lesões — equimoses e escoriações no dorso e nas laterais do corpo, marcas na região glútea e sangramento na genitália — compatíveis com violência física recente.
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Com informações da fonte
https://extra.globo.com/rio/casos-de-policia/noticia/2026/05/policia-investiga-estupro-coletivo-de-adolescente-de-12-anos-na-zona-oeste-do-rio-oito-pessoas-foram-identificadas.ghtml
Mãe denuncia estupro coletivo de menina de 12 anos na Zona Oeste do Rio; oito menores foram identificados pela polícia

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