Empresa emite comunicado sobre imposição de internet do tráficoReprodução
No comunicado enviado aos moradores, a instituição afirmou que passou a classificar diversas ruas e endereços dessas regiões como áreas de risco.
“Nessa condição, poderemos ser impedidos, a qualquer momento, de realizar reparos e novas instalações, por determinação dos traficantes, que pretendem impor exclusivamente o provedor a eles vinculado como única alternativa de serviço na região oceânica. Caso essa situação se concretize, a partir da presente data poderemos não mais conseguir manter nossa rede e nossos serviços em operação nas ruas afetadas”, disse.
Ainda segundo a empresa, nos últimos dias, diversas equipes foram abordadas, mantidas como reféns e ameaçadas por criminosos armados.
“Desde o final do ano passado, alertamos as autoridades competentes sobre essa movimentação na região oceânica. Os provedores vinculados ao tráfico já instalaram rede na área e agora pretendem se apropriar da base de clientes”, acrescentou.
“A Polícia Civil ressalta que atua em conjunto com a Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo, para reprimir as práticas delituosas”, afirmou em nota.
O canl recebe qualquer informação que auxilie na identificação das empresas envolvidas, tais como: dados de cobrança (contas, chaves PIX), números de telefone, materiais publicitários, localização de bases e pontos de operação na região, escritórios para pagamento em espécie, nomes e CNPJs de empresas, entre outros.
Procurada, a Polícia Militar ainda não respondeu sobre o policiamento na região.

