Só tem no Brasil: um roteiro de exposições para curtir o clima da Copa

Tempo de leitura: 5 min


1 Em Falso Brilhante, Wilson Piran exibe a obra Mapa, com os estados brasileiros coloridos e salpicados de purpurina. Sob curadoria de Marcus Lontra e Rafael Peixoto, a individual propõe uma reflexão sobre identidade e pertencimento, trazendo ainda trabalhos que remetem a personalidades como Pelé (foto) e Ayrton Senna.

Centro Cultural Justiça Federal. Avenida Rio Branco, 241, Centro. Ter. a dom., 11h/19h. Grátis. Até domingo (21). 

Camisa Dez: moradora da Rocinha, Salem assina o projeto Fotogracria em que registra cenas cotidianas (Futuros – Arte e tecnologia/Divulgação)

+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

2 Nascida e criada na Rocinha, Salem é autora do projeto Fotogracria, no qual registra cenas rotineiras e personagens de seu lugar de origem. A carioca é uma das expositoras de Papo Reto — com participantes do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, no Morro Santo Amaro — e assina O Rei da Luta (foto).

Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo. Qua. a dom., 11h/20h. Grátis. Até 16 de agosto. 

Continua após a publicidade

Duas representações da bandeira brasileira lado a lado, com fundo verde escuro. À esquerda, um losango amarelo com círculo vermelho. À direita, um losango amarelo com círculo azul. A textura do tecido é visível
Plástico Bolha: material é usado como suporte de bandeiras e outras peças de Herberth Sobral e Dani Lacerda (Centro Cultural Correios/Divulgação)

3 Um tabuleiro que simula um sorteio de times, uma camisa da Seleção e um duo de bandeiras pintado sobre folhas de plástico (foto). As peças integram Furando a Bolha, da dupla Heberth Sobral e Dani Lacerda, que apresenta uma coleção diversa com o mesmo suporte, além de um ambiente imersivo.

Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro. Ter. a sáb., 12h/19h. Grátis. Até 27 de junho. 

Continua após a publicidade

Bola de futebol antiga, branca e rachada, com a palavra OFICIAL e um selo ilegível, exibida dentro de uma caixa de acrílico transparente sobre uma base escura e brilhante
Gol do Pelé: bola do milésimo marco do craque é um dos atrativos do Tour Maracanã (./Divulgação)

4 O Tour Maracanã oferece o pacote completo: chegar pertinho do gramado, visitar o acervo do Zico — maior artilheiro do estádio, com 333 marcos —, ver ao vivo e a cores a bola do milésimo gol do Pelé (foto), também nesta arena, em 1969, e o modelo oficial da Copa do Mundo de 2026.

Estádio Jornalista Mário Filho. Avenida Rei Pelé, portão A. Seg. a dom., 9h/17h. R$ 154,00. Ingressos pelo maracanatour.eleventickets.com. 

Três bandeiras de tecido penduradas, simulando camisas de futebol. A primeira, à esquerda, é branca com mangas longas, número 1 e nome CUNHAMBEBE. A do meio é branca com listras verticais verdes, número 2 e nome ARARAÍ. A última, à direita, também branca com listras verdes, número 9 e nome AIMBERÊ. O fundo mostra um teto de treliça metálica e janelas arqueadas
Camisas de Times: varal de André Vargas é inspirado na Batalha dos Tamoyos (Casa Brasil/Divulgação)
Continua após a publicidade

5 Baseada numa batalha do século XVI, Confederação Tamoyo, de André Vargas, tem cinco pinturas em algodão cru, penduradas como num varal. O conjunto é um dos destaques de Casa Fluminense, com sessenta criadores do Rio de Janeiro, sob curadoria de Aliã Guajajara Waimiri, Cadu, Jocelino Pessoa, Marcelo Campos e Tania Queiroz.

Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro. Ter. a dom., 10h/17h. Grátis. Até 8 de julho. 

Pintura de um homem negro de terno azul e gravata vermelha em um púlpito, com a bandeira do Brasil e o brasão da república ao fundo, em uma galeria de arte com piso de madeira e outras obras nas paredes
Estruturas de Poder: pintura de No Martins retrata um presidente negro brasileiro (Museu de Arte do Rio/Divulgação)

6 As estruturas de poder e a segregação de espaços contra a população preta inspiram Sortilégios de Desvio — primeira individual de No Martins no Museu de Arte do Rio. O paulistano explora símbolos cotidianos em pinturas, objetos e instalações multicoloridas. Entre os trabalhos, telas com presidentes (homem e mulher) negros (foto).

Continua após a publicidade

Praça Mauá, 5, Centro. Qui. a dom., 11h/18h. R$ 10,00 a R$ 20,00 (grátis às terças). Até 20 de setembro. 

Bandeira vermelha com um olho estilizado em branco e preto, e formas amarelas e verdes, tremulando em mastro alto sobre uma cúpula verde-oxidada e um telhado curvo de concreto, sob céu azul claro
Dose Dupla: bandeira da pesquisadora Mayara foi idealizada numa residência na Casa Brasil e hasteada no MAR (Museu de Arte do rio/Divulgação)

7 Pesquisadora e erveira, Mayara é a idealizadora de Sentinela, hasteada no topo do Museu de Arte do Rio. A bandeira é fruto de uma residência realizada na Casa Brasil, que sela a parceria entre as duas instituições. A partir do elemento têxtil, é feita uma análise sobre a geopolítica do país e a agricultura familiar como forma de existência.

Praça Mauá, 5, Centro. Qui. a dom., 11h/18h. R$ 10,00 a R$ 20,00 (grátis às terças). Até 31 de julho. 



Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/brasil-roteiro-exposicoes-copa/

Compartilhe este artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *