Royal Air Maroc anuncia voos diretos do Rio para Marrocos

Tempo de leitura: 16 min


O carioca já pode comemorar. A Royal Air Maroc, companhia nacional do Marrocos fundada em 1953, anunciou que iniciará voos diretos do Rio de Janeiro para Marrocos em 2027.  Também de olho no passageiro brasileiro, a  companhia aumentou a quantidade de voos saindo de São Paulo para Casablanca: até fim desse ano, implementará uma quinta frequência na rota direta entre as duas cidades.

–  O Rio de Janeiro é um dos cartões-postais do Brasil mais cobiçados do mundo, e uma das cidades mais admiradas pelos nossos passageiros, tanto no Marrocos, quanto na Europa. Há uma demanda crescente por voos para a Cidade Maravilhosa pela nossa companhia, que pratica tarifas competitivas, serviços a bordo com a hospitalidade marroquina e excelência operacional –  afirma Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc na América do Sul.

Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc na América do Sul, anuncia voos direto do Rio para Marrocos (Royal Air Maroc/Veja Rio)

Os voos , tanto de SP quanto do Rio, serão operados pelo Boeing 787-9 Dreamliner, aeronave de longo curso de última geração. De acordo com Baba, o Brasil tem se consolidado como um mercado estratégico para a Royal Air Maroc, que vem apresentando um ocupação de cerca de 85% em suas aeronaves.

A previsão no plano global é de que, até 2037, a Royal Air Maroc aumente a frota para 200 aeronaves, transportando  32 milhões de passageiros por ano até o fim do período. Isso é mais de 4 vezes o volume desde início do plano, 2019, de 7,5 milhões.

Avião branco da Royal Air Maroc estacionado no pátio de um aeroporto, com a cauda exibindo uma estrela verde e um crescente vermelho, sob um céu azul claro
Royal Air Maroc: frota moderna em expansão (juju na trip/Veja Rio)

A experiência de voar com a Royal Air Maroc:

Voamos na classe econômica, assento premium, num voo de 9 horas até Casablanca. Foi um voo ótimo, em aeronave nova, e equipe eficiente e bem treinada. Aqui vão minhas impressões:

Continua após a publicidade

Espaço e Conforto: no Boeing 787 Dreamliner, a Premium oferece poltronas com 96,5 cm de espaço (e apoio para deitar o pé), 51 cm de largura e 18 cm cm de inclinação, além de comodidades extras como kits com meias, máscara de dormir e fones de ouvido. A configuração é 2x3x2. Achei muito confortável e, inclusive, consegui dormir o voo todo. Em relação à econômica, tem 23% mais de espaço para pernas e na largura do assento, e 75% mais de reclinação.

Pernas de uma pessoa vestindo calça jeans azul, sentada em um assento de avião, com os pés no chão. À frente, a parte traseira de outro assento, com revistas e uma bandeja aberta. O ambiente tem iluminação azulada, e o corredor do avião é visível à direita
Como é a Economic Premium da Royal Air Maroc (Juju na trip/Veja Rio)
Interior de um avião com passageiros sentados. Um homem negro com fones de ouvido está reclinado no assento da direita, enquanto uma mulher de blusa azul e calça bege se inclina sobre um assento à esquerda. Telas de entretenimento estão visíveis nos encostos, uma delas mostrando um mapa-múndi com a rota para São Paulo. As janelas ovais do avião exibem a luz do dia
Poltronas da Economic Premium (juju na trip/Veja Rio)

Entretenimento e Cabine: O Dreamliner possui janelas que escurecem ao toque. Filmes e entretenimento estão disponíveis em telas individuais, e há pacotes de wifi para compra, caso o passageiro desejo trocar mensagens ou ver streaming.

Bagagem: O passageiro pode levar até 2 malas de 23 kg, além da de cabine.

Continua após a publicidade

Serviço de bordo: A equipe é bem treinada, gentil e atenciosa. O cardápio costuma misturar a culinária marroquina com pratos internacionais.  Além da refeição quente, é servido ainda um lanche. 

Refeição de avião servida em uma bandeja, com arroz branco e um ensopado alaranjado em embalagem de alumínio, salada, bolo, iogurte, copo de água e pão embalado
A Royal serve uma refeição e um lanche (juju na trip/Veja Rio)

O que fazer no Marrocos: veja nosso roteiro de 5 dias, com foco nas montanhas.

Longe da loucura (maravilhosa de Fes e Marrakesh), esse roteiro traz uma imersão nas terras altas do Marrocos, num roteiro de bem-estar e imersão cultural.

Rua estreita em Chefchaouen, Marrocos, com casas azuis vibrantes. Um menino de camiseta vermelha corre pela calçada de pedras. À esquerda, uma janela arqueada com grade de madeira e uma porta azul. À direita, um vaso azul decorado sobre um móvel. Ao fundo, montanhas verdes sob céu claro
Chefchaouen (juju na trip/Veja Rio)

Roteiro Dia 1: Casablanca

O voo da Royal Air Maroc partiu  às 00h30, chegando em Casablanca às 13h25. Nosso hotel foi o Barceló, muito bem localizado, e próximo da Mesquita Hassan II e da Medina, principais atrações da cidade. Recomendo.

Continua após a publicidade

Nesse dia, faça seu check-in e vá direto para a Mesquita Hassan II, uma das maiores do mundo e aberta a não-muçulmanos.

Construída sobre o Atlântico, com um minarete de 200 metros que aponta para o céu como uma declaração de fé,  um dos maiores espetáculos arquitetônicos do continente africano. Mais de 10 mil artesãos trabalharam na sua construção.

A Mesquita Hassan II em Casablanca, Marrocos, vista através de um arco de pedra ornamentado. O minarete alto e decorado domina o centro, com o edifício principal da mesquita, de telhado verde, ao fundo. O céu azul claro contrasta com a arquitetura bege, e algumas pessoas caminham na esplanada.
Mesquita Hassan II, em Casablanca (juju na Trip/Veja Rio)
Detalhe de uma parede com intrincados relevos e padrões geométricos em estilo islâmico, predominando tons de bege, branco e detalhes em verde, marrom e preto. A superfície é adornada com arcos, colunas e pequenas aberturas decoradas, criando uma textura rica e complexa.
dez mil artesãos trabalharam na mesquita (juju na trip/Veja Rio)

De lá, siga para a Corniche, o calçadão de Casablanca. A Medina e o mercado de Casablanca são interessantes, mas se o tempo for curto, pode pular. Haverão outras mais interessantes.

Continua após a publicidade

Para o jantar, vá no El Kaid, um dos restaurantes mais celebrados da cidade, instalado em um antiga sinagoga à entrada da mesquita. Peça o couscous vegano: é delicioso.

Mesa com pratos de comida árabe: um grande prato oval com arroz, saladas de tomate, cenoura, beterraba e batata, e carne moída; outro prato retangular com charutos de folha de uva e esfihas de carne, sobre folhas de alface. Há também pequenos potes com molhos e azeitonas, talheres e pratos vazios com bordas vermelhas
Mesa farta e gostosa do El Kaid (juju na trip/Veja Rio)
Pessoas em um restaurante com decoração marroquina, incluindo um pilar com mosaicos coloridos, teto de madeira entalhada e lustres. Um homem de camisa bege está sentado à esquerda, enquanto outros clientes conversam em mesas ao fundo. Um homem de camisa escura segura um equipamento de fotografia à direita
El Kaid em Casablanca (juju na trip/Veja Rio)

Roteiro dia 2 e 3:  Tânger

De Rabat a Tânger são pouco mais de duas horas de  trem de alta velocidade pela ONCF — o mais moderno da África. Chegue cedo: Tânger merece ser visitada com calma.

Cidade-fronteira entre a África e a Europa, a apenas 14 quilômetros da costa espanhola, Tânger sempre foi um lugar de passagem, de espionagem, de exílio e de reinvenção. Paul Bowles morou aqui por décadas. Matisse e Delacroix vieram buscar luz e cor. Os Stones gravaram aqui.

Continua após a publicidade

Comece pela Medina e pela Kasbah, no ponto mais alto da cidade.  Desça pela Rue Es Siaghin, a rua dos ourives, e pare no Grand Socco e no Petit Socco, as duas praças que funcionam como o coração pulsante da Medina.

Rua estreita de paralelepípedos com muros de pedra à esquerda e edifícios brancos à direita. Três pessoas caminham pela rua, uma delas vestindo uma túnica clara. Ao fundo, um arco de pedra revela o mar azul. Um carro está estacionado e há uma placa de proibido estacionar. O céu está claro e ensolarado
Ruas de Tanger (juju na trip/Veja Rio)
Um restaurante branco com guarda-sóis de palha e mesas azuis, visível acima de um muro de pedra antigo. O céu azul claro domina o fundo, com algumas árvores verdes à direita e à esquerda do muro. Uma escada em espiral branca decora a fachada do prédio, que tem a palavra SALON escrita em letras grandes
Café debruçado sobre os muros da medina de Tânger (juju na trip/Veja Rio)

Não deixe de visitar os Souks, onde é possível comprar tapetes e outros artigos marroquinos. Tênger tem ainda uma antiga necrópole, e túmulos fenícios.

Visite também o Cap Spartel, o ponto onde o Atlântico encontra o Mediterrâneo, a 14 quilômetros do centro.

Para comer, sugiro o Casa Seville. E também restaurante Palais Zahia. Tanger ainda tem ótimo cafés; entre os obrigatórios estão o Café Baba e o Porto Rico. Nesse último, prove o café com especiarias.

Interior de um bar ou restaurante com balcão de madeira e azulejos brancos texturizados. Um homem de camisa preta prepara bebidas atrás do balcão, que tem um vaso de lírios brancos e uma luminária. Acima, prateleiras com plantas penduradas e taças de vinho. À direita, mesas de madeira com cadeiras e duas guitarras decorativas na parede branca
Casa Seville, em Tânger (juju na trip/Veja Rio)

Dias 4 e 5 — Chefchaouen: O Azul Que Não Cabe em Foto Nenhuma

De Tânger para Chefchaoen são cerca de 3 horas de carro. Conhecida como Cidade Azul, fica encravada nas montanhas do Rif, e  foi  fundada em 1471 por Moulay Ali Ben Rachid, como uma fortaleza para defender a região contra invasões portuguesas no norte do Marrocos.

Rua estreita em Chefchaouen, Marrocos, com edifícios azuis e brancos. À esquerda, uma parede azul-clara com base texturizada azul-escura. À direita, edifícios brancos com bases azuis e portas de madeira. Duas pessoas caminham ao fundo, sob o sol forte que cria sombras no chão de paralelepípedos. O céu é azul claro
as ruas de Chefchoeun (juju na trip/Veja Rio)
Muralhas de um castelo antigo em tons terrosos, com ameias e uma bandeira vermelha tremulando. À direita, um letreiro luminoso em formato de casquinha de sorvete com três bolas coloridas. Ao fundo, montanhas verdes e céu claro. Uma árvore alta com folhagem densa aparece à esquerda, em primeiro plano
Muralhas da Kasbah de Chefchoeun (juju na trip/Veja Rio)

Com o tempo, recebeu refugiados muçulmanos e judeus vindos da Espanha após a Reconquista, o que influenciou fortemente sua cultura e arquitetura.

A população da cidade sempre foi uma mistura de grupos: amazighs (os antigos bérberes) da região, árabes, andalusinos muçulmanos expulsos da Espanha e comunidades judaicas sefarditas. E isso tudo está escrito em seus costumes e arquitetura.

Vários tapetes coloridos com padrões geométricos e franjas pendurados em um telhado de telhas de barro, sob um céu azul claro. Abaixo, uma fachada branca com janelas gradeadas em arco.
Chefchoeun (juju na trip/Veja Rio)
Cachorro preto deitado em rua de paralelepípedos, com edifícios marrons e azuis ao fundo, exibindo tapetes coloridos e arcos de tijolos em Chefchaouen, Marrocos
as lojas e arquitetura de Chefchoeun (juju na trip/Veja Rio)

A famosa cor azul veio com os judeus que se estabeleceram na cidade nos séculos XV e XVI. Eles pintavam paredes e ruas de dessa cor motivos religiosos, associando a cor ao céu e à presença divina.

Uma porta azul vibrante com um arco, decorada com um desenho de gato estilizado e símbolos místicos, em uma parede de pedra azul desbotada. Vasos de plantas pendurados e floreiras decoradas complementam o cenário.
Cidade azul: cor vem de tradições religiosas (juju na trip/Veja Rio)

Hoje, o azul é a principal marca da cidade e atrai visitantes do mundo inteiro.

Uma cidade de tradições e espiritualidade

Chefchaoen é uma cidade mágica e tranquila. Das janelas, cantos religiosos se derramam sobre as ruas, e eu me deixo embalar como se fosse um mantra. Embora turística, a Cidade Azul tem vida própria, e mantém tradições milenares. 

Uma delas é o chamado farran,  um forno comunitário e que é uma das instituições mais antigas e fascinantes da cultura marroquina. Funciona assim: as famílias preparam a massa do pão em casa e  levam crus ao farran.

O padeiro — o farrani — cuida do forno a lenha, bate os pães e os devolve prontos. Para identificar qual pão pertence a qual família, cada uma tem um carimbo de madeira próprio — chamado tabaa — com um desenho único, quase como uma assinatura.

Homem de camiseta preta e branca, agachado, preparando pães achatados para assar em um forno de barro com fogo aceso, em uma padaria rústica de paredes azuis descascadas
Forno coletivo para os moradores: costume que atravessa séculos (juju na trip/Veja Rio)

O farran é também o ponto de encontro da vizinhança — especialmente das mulheres, que se cruzam lá toda manhã e trocam notícias, reclamações, receitas e histórias enquanto esperam.

Visitei um deles, e. fui presenteada com um pedaço de pão; um presente que carrega muito do que é a Cidade Azul.

Andei pelas ruas de Chefchaoen , me perdi no labirinto da Medina, parei em lojas de chás, tendas de comércio, e posso dizer que hospitalidade é um forte da cidade. Embora mulher, e sozinha nesse passeio, não fui abordada e nem assediada. Pelo contrário: encontrei homens gentis, mulheres que se comunicam pelo sorriso, e uma população que acolhe o turista com carinho.

Uma pessoa com hijab bege e roupa preta caminha por uma rua estreita de paralelepípedos, ladeada por lojas com artesanato e bolsas penduradas, sob a sombra de folhagens verdes
Uma das cidades mais lindas que ja fui (juju na trip/Veja Rio)

Sem falar nos gatos: rodei a medina com um saco de ração (como faço em todas as viagens). O meu carinho pelos animais foi um elo.  Eles agradeciam com a mão no coração (o que é um gesto profundo no Oriente), me chamaram para mostrar casas de papelão com mantas feitas filhotes, e iniciaram conversas em francês, segunda língua no país. Mas o diálogo que travamos, na realidade, foi além das palavras.

Gata rajada cinza e marrom amamentando três filhotes, um preto e dois rajados, dentro de uma caixa de papelão aberta no chão de uma rua de paralelepípedos, ao lado de uma parede branca e uma porta azul
Moradores fazem casinhas para os gatos (Aziz/Veja Rio)

Gatos são considerados animais tahir  (puro), e o Profeta Maomé tinha uma gata chamada Muezza que ele amava profundamente. Existe até uma história famosa de que ele cortou a própria manga do manto para não acordá-la quando ela estava dormindo sobre ele. Por causa disso, alimentar um gato nas cidades islâmicas não é apenas simpatia por animais — mas um ato espiritual.

Dito isso tudo, se perca pelas ruas da Medina, e prepare-se para comprar itens lindos. O artesanato “bérbere” é lindíssimo, especialmente a tapeçaria e as louças.

Variedade de calçados artesanais coloridos, incluindo chinelos e sandálias de palha, com bordados geométricos e pompons, expostos sobre tecidos e cestos em um mercado
Artesanato marroquino de Chefchaouen (juju na trip/Veja Rio)

Dia 6: Akchour e a Cachoeira Escondida

A 30 quilômetros de Chefchaouen, fica Akchour, um parque natural que esconde cachoeiras e poços.  Logo na chegada, há um percurso leve de cerca de 40 minutos que passa por uma sequência de quedas d’água e poços. Para esse, pode-se ir sozinho.

Há ainda um outro percurso mais puxada, que passa por cascatas e mirantes, mas para esse é necessário um guia, calçados adequados e um pouco mais de preparo físico.

Uma boa ideia é almoçar em Akchour, já que há restaurantes no local.

Pessoas em um rio de águas claras e azul-esverdeadas, com margem de pedras e areia. À esquerda, uma árvore frondosa. Ao fundo, uma montanha rochosa com vegetação e pequenas construções à beira dágua
Akchour: uma pausa na natureza (juju na trip/Veja Rio)

Onde se hospedar em Chefchaouen: O Dar Ba Sidi

Em árabe marroquino, Dar Ba Sidi significa casa do avô — e é exatamente essa a proposta do hotel. Casa de avô é onde se come bem, onde se vive bem, onde se é feliz. É a partir dessa ideia de acolhimento afetivo que o Dar Ba Sidi funciona.

O hotel foi concebido e construído do zero por Najib Sidqui, o proprietário, que acompanhou pessoalmente cada etapa do projeto — incluindo o plantio de todas as árvores do terreno.

Edifício de dois andares com fachada bege e detalhes azuis, varandas com grades brancas e arcos nas portas, em um gramado verde com palmeiras. Ao fundo, uma montanha e árvores, sob um céu claro. A imagem é enquadrada por um arco azul texturizado
O Dar ba Sidi (juju na trip/Veja Rio)

– Concebi o hotel pensando em oferecer uma experiência de paz e tranquilidade, porque é isso que as pessoas buscam hoje. E nesse lugar mágico – conta ele.

O hotel é banhado por dois rios, conta 8 bangalôs, suítes dispostas nos Riads, além de uma tenda para eventos com capacidade para 150 pessoas, restaurante de comida marroquina, e um espaço dedicado a aulas de culinária equipado com forno a carvão. Além de piscina,  spa e área de ginástica.

Homem de meia-idade, cabelos grisalhos e óculos, sorri para a câmera, vestindo camisa branca. Ele está em frente a uma fachada de prédio com detalhes azuis e plantas verdes, sob um céu claro
Najib: Dar Bar Sidi quer dizer Casa do Avô. Onde de comer bem, se tem fartura e afeto (juju na trip/Veja Rio)
Jardim ensolarado com gramado verde, vasos de barro e plantas suculentas em primeiro plano. Ao fundo, dois edifícios de arquitetura marroquina em tons de bege e azul, com janelas arqueadas e varandas. Há mesas e cadeiras sob guarda-sóis vermelhos, cercados por árvores e palmeiras, sob um céu azul claro
Os jardins ensolarados do Dar Ba Sidi: todas as árvores plantadas por Najib (juju na trip/Veja Rio)
Piscina azul de azulejos, com reflexo de montanhas e céu claro. À esquerda, um bangalô de madeira com cortinas brancas e árvores altas. Ao fundo, montanhas e vegetação sob um céu azul
Piscina com vista para as montanhas: momentos de paz (juju na trip/Veja Rio)

A localização, entre as montanhas e o ar limpo do Rif, reforça a proposta de uma hospedagem voltada para o relaxamento e o contato com o ritmo local. O forno tradicional e as aulas de culinária posicionam o Dar Ba Sidi não apenas como um lugar para dormir, mas como uma experiência de imersão na cultura marroquina.

Quarto de hotel com cama de casal, lençóis brancos e manta roxa, cabeceira de madeira com detalhes geométricos e almofadas roxas. À direita, uma porta de vidro para uma varanda com mesa e cadeiras, e vista para montanhas verdes sob céu azul
Acomodação do Dar Ba Sidi (juju na trip/Veja Rio)
Vista de uma varanda com grade branca e mesa redonda, mostrando um vale verde com árvores e montanhas ao fundo sob céu azul claro
Vista de uma acomodação do Dar Ba Sidi (juju na trip/Veja Rio)

 

Sublinho ainda a hospitalidade do Dar Ba Sidi, com jantares tradicionais elaborados para que os hóspedes mergulhem nas tradições das montanhas. Uma experiência completa, que vai deixar saudade.

 





Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/coluna/jujunatrip/royal-air-maroc-anuncia-voos-diretos-do-rio-para-marrocos/

Compartilhe este artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *