No 'Sem censura', Reginaldo Faria fala de novo filme que fez com os três filhos e lembra virada após 'O assalto ao trem pagador': 'Até então eu era coadjuvante, um galãzinho que aparecia'

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Carlos André Faria, Reginaldo Faria, Cissa Guimarães, Marcelo Faria, Régis Faria e Ernesto Xavier — Foto: Rodrigo Peixoto / TV Brasil




Reginaldo Faria e os filhos, Régis, Marcelo e Carlos André, estarão na bancada do “Sem censura”, da TV Brasil, nesta sexta-feira (15), data em que é comemorado o Dia Internacional da Família. A apresentadora Cissa Guimarães também receberá o antropólogo e jornalista Ernesto Xavier para o debate.
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No papo, Reginaldo, de 88 anos, e os filhos comentarão sobre o novo filme “Perto do Sol é mais claro”, que tem direção de Régis. O veterano interpreta o protagonista, um engenheiro viúvo. Marcelo e Carlos também atuam. Além disso, eles relembrarão personagens marcantes na TV, como o Jacques Leclair de “Ti-ti-ti” (1985); o vilão Marco Aurélio de “Vale Tudo” (1988) e o Ascânio Trindade de “Tieta” (1989), entre outros. Régis diz:
— Ele já tinha um reconhecimento na rua por causa do filme “Lúcio Flávio, o passageiro da agonia”, mas quando entra na televisão, em “Dancin’ Days” (1978), ganha uma dimensão avassaladora que começa a afetar as nossas vidas. Não tínhamos noção da potência disso. Sobretudo quando ele emendou com “Água viva”, que foi um estouro, a gente começou a entender o que aquilo representava. Comecei a ir aos estúdios e me interessar, a ver como era feito. Eu tinha uns 10 anos.
Marcelo conta que ele e Régis fizeram figuração em “Água viva” (1980) fala do sucesso que o pai fazia com as fãs:
— Foi na festa de aniversário da personagem da Isabela Garcia. Ela nos chama de irmãos até hoje. E ela foi minha irmã, de fato, em uma novela, bem mais tarde, em “Celebridade”. Aquela experiência na infância foi o maior barato. O (Roberto) Talma é que botava a gente. Me lembro de quando fomos numa viagem para Angra na época de “Louco amor”, que já foi depois, em 1983. Eles gravavam numa ilha, e nós, crianças, ficávamos no escorrega. Tinha aquela galera toda, Carlos Alberto Riccelli, Fábio Jr… Voltamos para o hotel na cidade de ônibus, e tinha uma multidão esperando eles. As pessoas puxavam o cabelo. Esse foi meu primeiro impacto de saber o que eram os fãs. E percebia que meu pai fazia parte disso. Ver as pessoas pulando para tirar um pedaço de cabelo.
Caçula, Carlos André afirma que suas primeiras lembranças já contam com Reginaldo reconhecido como um ator consagrado:
— Nas minhas primeiras memórias meu pai já estava muito no mundo da televisão. Então eu já nasci sabendo quem ele era. Uma potência artística, uma fama muito grande. A minha primeira memória talvez tenha sido de “Vale tudo”.
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Reginaldo também cita trabalhos marcantes no cinema, como “Aguenta o rojão” (1958) e “Cidade ameaçada” (1960) e o clássico “O asssalto ao trem pagador” (1962), dirigido por seu irmão Roberto Farias:
— Eu vivia aquele desejo enorme de conquistar alguma coisa a mais. Até ali (“O assalto ao trem pagador”) as coisas iam um pouco devagar. Até então eu era coadjuvante, um galãzinho que aparecia. Foi um momento de grande realização.
Cissa Guimarães e Reginaldo Faria
Rodrigo Peixoto / TV Brasil
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Com informações da fonte
https://oglobo.globo.com/play/noticia/2026/05/15/no-sem-censura-reginaldo-faria-fala-de-novo-filme-que-fez-com-os-tres-filhos-e-lembra-virada-apos-o-assalto-ao-trem-pagador-ate-entao-eu-era-coadjuvante-um-galazinho-que-aparecia.ghtml

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