A Prefeitura de Maricá, por meio da Companhia de Cultura e Turismo de Maricá (Maré) e do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), inaugurou nesta sexta-feira (15/05) o novo espaço temático “Esquina do Malandro”, em homenagem aos cantores e compositores Claudinho Guimarães e Beth Carvalho. A iniciativa abre as celebrações pelos 212 anos da cidade e contou também com a exibição do documentário “Claudinho Guimarães – O Rei de Maricá”, no Cine Henfil, no Centro.
O espaço, que conta com estátuas em homenagem aos artistas, está localizado na Praça Orlando de Barros Pimentel, próximo à Rua Domício da Gama. A programação também teve uma roda de samba comandada por Bruno Paiva, amigo de Claudinho, além de convidados que celebraram a memória e o legado do sambista.
A solenidade contou com a presença das filhas de Claudinho Guimarães, da chefe de gabinete, Dayrlene Costa, e do secretário de Cultura e das Utopias, Sady Bianchin. Durante a cerimônia, também foi exibido um vídeo com depoimentos e homenagens de familiares do artista.
“A Esquina do Malandro nasce como um espaço permanente de celebração do samba, da cultura popular e da memória de artistas que têm uma relação profunda com a história de Maricá. A ideia é que este local seja ocupado constantemente por rodas de samba, encontros culturais e manifestações que valorizem a identidade musical da cidade”, afirmou o presidente da Maré, Antônio Grassi.
“O acolhimento é uma marca de Maricá. Essa homenagem reforça justamente esse sentimento de pertencimento, memória e reconhecimento a pessoas que têm uma ligação profunda com a cidade”, destacou o presidente do ICTIM, Cláudio Gimenez.
A iniciativa também homenageia Beth Carvalho, que completaria 80 anos em 2026, além de celebrar a memória de Claudinho Guimarães, figura ligada à história cultural da cidade. A Esquina do Malandro será um espaço permanente de convivência, samba e programação cultural no Centro de Maricá.
“Essa homenagem ao Claudinho Guimarães é maravilhosa porque traz muitas lembranças, alegria e reforça a força do samba. Essas histórias e homenagens não podem ser esquecidas, porque fazem parte da nossa raiz e ajudam a valorizar os compositores e a cultura popular”, pontuou Sônia da Corrente, moradora de Itaipuaçu.

