Bandido é bandido

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Confronto urbano no Rio de Janeiro - Arte Gerada por IA



A sociedade brasileira precisa definir qual o grau de urgência de fazer diminuir a violência urbana, especialmente nas cidades com mais de 200 mil habitantes.

Com realismo, devemos concluir que, num primeiro momento, a prioridade deve ser prestigiar as forças policiais, e não as intimidar. Não faz sentido propor apenas ações “de inteligência” em confronto com a violência armada — e bem armada. Quando os criminosos usam drones e barricadas com explosivos, a utilização exclusiva da “inteligência” não parece muito apropriada. Cabe aos governos alertar os malfeitores para os riscos da ação criminosa e convocar as mães de infratores para fazerem o mesmo com os seus filhos.

Impressiona a naturalidade com que políticos e os chamados “formadores de opinião” estão sempre prontos para acusar a ação policial. Morrem policiais e a repercussão é muito menor do que quando um criminoso morre ou uma bala perdida provoca perdas igualmente lamentáveis.

O Legislativo deve ser claro ao definir responsabilidades nos embates. Não é possível manter uma legislação severa em relação a policiais e tolerante com a bandidagem armada e violenta.

O País e o Rio de Janeiro, em particular, pedem uma ação clara de combate à violência, que afeta a paz das famílias e até o emprego, pela fuga de empresas. A violência não é decorrência da miséria. Ela provoca a miséria!

Não se trata de defender a violência contra a violência, mas sim de defender aqueles que colocam suas vidas em risco todos os dias em defesa da sociedade.

Nos países mais adiantados e democráticos, apesar da ação de ativistas de esquerda, sempre contra os agentes da lei, o rigor no combate não tem sido prejudicado.

É uma hipocrisia a defesa cega do “uso da inteligência”, da importância das câmeras nos fardamentos, das generosas audiências de custódia e da tolerância no controle das “saidinhas”. As verdadeiras vítimas da violência são os trabalhadores e suas famílias, que não têm seguranças particulares nem carros blindados. Os criminosos não agem com inteligência, mas com violência.

Muitos países estão agindo na direção correta e com bons resultados.

Atenção especial contra a violência!



Com informações da fonte
https://odia.ig.com.br/colunas/aristoteles-drummond/2026/11/7317829-bandido-e-bandido.html

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