Cinquenta anos do Museu do Pontal: veja cinco obras emblemáticas do acervo

Tempo de leitura: 2 min


Personagens articulados: trapezistas, mágicos e palhaços compõem obra de Adalton (Museu do Pontal/Divulgação)
Continua após publicidade

Trabalho cinético de Adalton Fernandes (1938-2005), artista de Niterói, O Circo reúne personagens articulados, como equilibristas, trapezistas, mágicos e palhaços, além de plateia, feitos com materiais reciclados

Nos moldes: nascida no Vale do Jequitinhonha, Noemia criou um estilo próprio (Museu do Pontal/Divulgação)

Nascida nos arredores do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, Noemisa Batista dos Santos criou um estilo próprio de modelar o barro com pinturas em tabatinga branca, como na escultura Poteira, em que retrata uma mulher moldando potes. 

+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

Continua após a publicidade

Escultura em madeira escura, redonda, com figuras humanas entrelaçadas em movimento, formando um círculo maior e um menor no centro. Na parte superior, a inscrição GTO. A peça está sobre uma base retangular com mais figuras esculpidas, em fundo laranja
Escultura em madeira: peça entalhada com com figuras humanas entrelaçadas em movimento (Acervo Museu do Pontal/Divulgação)

A roda entalhada em madeira traz seres fantásticos, inspirados em sonhos recorrentes do mineiro Geraldo Teles de Oliveira, conhecido como GTO, e está na exposição permanente Poéticas da Criação

Continua após a publicidade

Móbile com bonecos de madeira representando foliões de reisado, com chapéus coloridos de fitas e roupas típicas, alguns segurando instrumentos musicais, suspensos por fios em um fundo amarelo
Boi bumbá: móbile com bonecos de madeira representando foliões de reisado (Acervo Museu do Pontal/Divulgação)

Roda de Boi Bumbá é configurada por um móbile em aro de metal com esculturas em madeira de buriti, decoradas com papel de seda, vidrilhos e paetês, do maranhense Antônio Bruno Pinto Nogueira (1904-1974), conhecido como Nhozim

Continua após a publicidade

 

Duas estatuetas de homens negros sentados em um banco, ambos com chapéu marrom, camisa branca, gravata vermelha e calça bege, tocando violão. A peça tem aspecto rústico e desgastado, com detalhes em azul no banco
Arte popular: escultura em cerâmica de Mestre Vitalino, um dos grandes nomes brasileiros (Acervo Museu do Pontal/Divulgação)
Continua após a publicidade

Cerâmica policromada concebida em 1950 por Mestre Vitalino (1909-1963) — um dos principais nomes da arte popular brasileira, natural de Caruaru, em Pernambuco —, Violeiros representa o universo sertanejo com músicos munidos de instrumentos. 

Museu do Pontal. Avenida Célia Ribeiro da Silva, 3 300, Barra. Qui. a dom., 10h/18h. Grátis. 

Continua após a publicidade

 



Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/cinquenta-anos-museu-pontal/

Compartilhe este artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *