Estado de São Paulo chega a 40 casos de sarampo em 2026

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O Estado de São Paulo registrou três novos casos de sarampo nesta semana e, com isso, soma 40 registros da doença em 2026, de acordo com o governo estadual. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), todas as novas detecções aconteceram na capital. Elas ocorreram em dois homens, de 18 e 21 anos, e em uma criança de 1 ano.

Dos 40 pacientes confirmados, 30 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema incompleto. “Entre os três pacientes incluídos nesta atualização, o homem de 21 anos e a menina de 1 ano têm uma dose registrada; o homem de 18 anos não tem registro de vacinação”, cita a pasta, em nota.

“Do total registrado, são 36 casos na capital paulista, dois casos em São Bernardo do Campo, um caso em Guarulhos e um em Santo André. Os casos na capital paulista são registrados em regiões com fluxo migratório e populosas”, acrescenta a SES-SP.

Segundo a pasta, os novos registros estão vinculados a cadeias de transmissão identificadas e acompanhadas desde junho, e o monitoramento indica uma tendência de redução da transmissão.

Importância da vacinação

A secretaria reforça que a imunização é a principal forma de prevenção contra a doença e que a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas

De abril a julho, a cobertura da primeira dose do imunizante passou de 86,56% para 93,24%. A da segunda dose passou de 72,72% para 78,37% no mesmo período.

Quem deve se vacinar?

  • Bebês
  • Aos 12 meses: primeira dose da vacina contra o sarampo.
  • Aos 15 meses: segunda dose da vacina contra o sarampo.
  • Pessoas de 15 meses a 29 anos
  • Devem ter duas doses registradas da vacina, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
  • Pessoas de 30 a 59 anos
  • Devem ter pelo menos uma dose registrada na caderneta.
  • Trabalhadores da saúde

Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.

Dose zero para bebês

A SES destaca que cerca de 60% dos casos ocorreram em crianças menores de 2 anos, que são mais vulneráveis ao vírus. A concentração de casos nas crianças pequenas reforça a importância da dose zero nos municípios onde ela é recomendada (São Paulo, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André).

“A dose zero protege os bebês, mas não substitui a vacinação de rotina. Igualmente importante é que todo adulto confira sua caderneta de vacinação e procure uma unidade de saúde para atualização”, orienta Tatiana Lang D’Agostini, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP), no comunicado.

“Esta é uma medida simples que protege o adulto vacinado e bebês ainda não elegíveis para todas as doses de rotina”, acrescenta.



Com informações da fonte
https://jovempan.com.br/saude/estado-de-sao-paulo-chega-a-40-casos-de-sarampo-em-2026/

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