Trabalho cinético de Adalton Fernandes (1938-2005), artista de Niterói, O Circo reúne personagens articulados, como equilibristas, trapezistas, mágicos e palhaços, além de plateia, feitos com materiais reciclados.
Nascida nos arredores do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, Noemisa Batista dos Santos criou um estilo próprio de modelar o barro com pinturas em tabatinga branca, como na escultura Poteira, em que retrata uma mulher moldando potes.
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A roda entalhada em madeira traz seres fantásticos, inspirados em sonhos recorrentes do mineiro Geraldo Teles de Oliveira, conhecido como GTO, e está na exposição permanente Poéticas da Criação.

Roda de Boi Bumbá é configurada por um móbile em aro de metal com esculturas em madeira de buriti, decoradas com papel de seda, vidrilhos e paetês, do maranhense Antônio Bruno Pinto Nogueira (1904-1974), conhecido como Nhozim.

Cerâmica policromada concebida em 1950 por Mestre Vitalino (1909-1963) — um dos principais nomes da arte popular brasileira, natural de Caruaru, em Pernambuco —, Violeiros representa o universo sertanejo com músicos munidos de instrumentos.
Museu do Pontal. Avenida Célia Ribeiro da Silva, 3 300, Barra. Qui. a dom., 10h/18h. Grátis.
Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/cinquenta-anos-museu-pontal/
