Rolé em igreja? Temos! Da mostra Genesis à reforma da Capela da Santa Casa

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Templos históricos e religiosos estão ganhando novas formas de receber o público, seja com experiências imersivas, visitas guiadas, café com frades ou até a retomada de tradições que atravessam séculos. De Botafogo ao Centro, passando pela Tijuca, há bons motivos para incluir algumas delas no próximo rolé.

Na Basílica Imaculada Conceição, em Botafogo, o programa é para quem gosta de arte, arquitetura e tecnologia. O Eonarium Genesis transforma o interior da igreja em um espetáculo de luz e projeções inspirado na história da criação. O video mapping acompanha os detalhes das paredes e do teto, criando uma experiência audiovisual de cerca de 30 minutos. Há ainda sessões especiais com quarteto de cordas ao vivo, com duração de 45 minutos. Os ingressos partem de R$ 65,00 pelo site da Fever.

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No Centro, a pedida é conhecer algumas das igrejas históricas da cidade de um jeito menos convencional. O projeto de extensão da Unirio Igrejas Históricas no RJ, coordenado pela professora Márcia Valéria T. Rosa, promove visitas mediadas gratuitas em templos como a Antiga Sé e a Candelária. Os passeios são conduzidos por alunos de graduação, de segunda a sexta, em horários divulgados pelo Instagram do projeto (@igrejashistoricasriodejaneiro). A proposta é olhar para esses espaços não apenas como locais de culto, mas também como importantes capítulos da história e do patrimônio carioca.

Na Tijuca, o programa envolve café, conversa e uma espiada na rotina dos frades. O Café com os Capuchinhos, realizado na Fraternidade São Sebastião, na Rua Haddock Lobo, abre as portas do convento para encontros que combinam café da manhã, visita às dependências, histórias sobre a ordem e conversa com os religiosos. A primeira edição aconteceu em abril e a iniciativa deve ser realizada de forma periódica. A proposta é aproximar moradores e visitantes da vida dos frades e da cultura capuchinha.

Rolé em igreja: café da manhã com frades acontece sob reserva na Fraternidade São Sebastião (./Divulgação)
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E tem novidade envolvendo um dos conjuntos históricos mais importantes da cidade. A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, que completa 444 anos, iniciou um programa de reestruturação que inclui a valorização de seu patrimônio histórico e cultural. A instituição, fundada pelo padre José de Anchieta, abriga documentos, obras de arte, mobiliário e outros bens que ajudam a contar a história do país.

Entre os planos está a reaproximação do público com a Capela Imperial, sob coordenação do capelão Marcos Lázaro. A ideia é abrir o espaço aos domingos para missas especiais e restritas a convidados — são apenas 18 lugares. A iniciativa recupera uma tradição do período imperial: registros históricos indicam que Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina frequentavam as celebrações dominicais na capela.

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Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/igreja-genesis-reforma-santa-casa/

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