Um ícone de luxo está sendo rotulado de brega nas redes sociais. A bolsa mais desejada do mundo parece ter se tornado item obrigatório nos looks grifados (e muitas vezes exagerados) das companheiras de jogadores nesta Copa. Pelo que se viu no último jogo da seleção brasileira no Maracanã, no dia 31 de maio, a Hermés deve estar vendendo de baciada.
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Só que não. Para ter um modelo da marca, muitas vezes é preciso entrar numa fila de espera, o que pode durar meses. Ou ser uma estrela reconhecida pela grife. O que é raro entre as chamadas “wags”. Nem os atletas têm tanta moral assim.
“O que aconteceu? Sempre houve uma mega burocracia para comprar uma Birkin, fila de espera e coisas assim. De repete TODAS as esposas de jogador têm várias, de várias cores. Acabou a fila, não é mais assim?”, questiona uma internauta.
A verdade é que muitos dos modelos ostentados pelas moças vêm dos chamados “second hands”, brechós de luxo, cujo nome sugere segunda mão, ou moda circular, como preferem nomear.
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As bolsas, como os modelos Birkin e Kelly, as favoritas das “selesposas”, por exemplo, são feitas de maneira artesanal e em quantidades reduzidas, o que torna a fila de espera imensa. Dona de um acervo milionário, a atriz Flavia Pavanelli tem modelos de cores variadas: preto, azul, rosa, caramelo… “Você tem que ter contato com alguém lá dentro ou ser uma cliente da marca para comprar”, ensina o caminho das pedras.
Bolsa Birkin, ícone fashion e investimento para Flavia Pavanelli
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Feitas em couro animal de crocodilo, jacaré e lagartos (criados em cativeiro para estes fins), as Birkin vão de 25 a 55 cm. Sua criação se deve à atriz inglesa, que em 1981, encontrou-se por um acaso com Jean-Louis Dumas, chefe executivo da Hermès na época, num avião, e deixou cair uma agenda cheia de papéis.
Bolsas de grife francesa, as preferidas das wags
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Foi sugestão de Jane que a marca fizesse uma bolsa que tivesse bolsos e espaços suficientes para poder carregar tudo e que ainda fosse bonita. O protótipo foi desenhado ali mesmo, naquela viagem, rabiscado num saquinho para enjoo. Ano passado, a peça modelo foi leiloada por R$ 56 milhões.
Jane Birkin, a insliração da bolsa mais desejada dp mundo
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Assim, como Pavanelli no Brasil, quem detém o título de maior colecionadora de Birkin nos Estados Unidos é Cardi B. O closet da rapper tem quase, se não todas, as cores. A bolsa mais barata da marca disponível no Brasil é a Garden Party 30, vendida por R$ 20,4 mil.
Bolsa Birkin, ícone fashion e investimento
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Mas já houve quem pagasse R$ 2,5 milhões por uma Birkin Himalaya branca feita à mão com pele de crocodilo do Nilo e mais de 240 diamantes, além de ouro 18 quilates nas ferragens. Somente uma ou duas dessas são feitas por ano.
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Bolsas de grife francesa, as preferidas das wags
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Com informações da fonte
https://extra.globo.com/famosos/noticia/2026/06/queridinha-das-esposas-dos-jogadores-bolsa-grifada-que-pode-custar-r-25-milhoes-recebe-rotulo-de-brega-na-web.ghtml
Queridinha das esposas dos jogadores bolsa grifada que pode custar R$ 2,5 milhões recebe rótulo de brega na web

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