Paisagens apocalípticas compõem Língua de Fogo, de Pàulla Scàvazzini — atualmente, também em cartaz na Kaliner Gallery, em Nova York. Sob a curadoria de Shannon Botelho, a paulista mostra quinze criações recentes nas quais investiga os limites entre arquitetura, corpo e movimento, a partir de quarta (27). O resultado são pinturas marcadas por luz e cor, que extravasam os quadros e invadem o teto e o chão do ambiente expositivo. Até 4 de julho.
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Furando a Bolha tem como matéria-prima o plástico comumente usado em embalagens. Pelas mãos dos mineiros Heberth sobral e Dani Lacerda, ele vira suporte de pinturas de grande escala e dá forma a peças de roupa, a exemplo de uma camisa do Brasil (foto). O conjunto traz ainda um ambiente interativo com superfícies para serem estouradas e propõe uma reflexão sobre as bolhas sociais, políticas e digitais. Até 27 de junho.

Autora de murais monumentais no Terminal Gentileza, na Avenida Brasil e no Clube de Regatas do Flamengo, Dolores Esos inaugura Rejunte,com 25 pinturas com títulos que inspiram o aconchego, como Cheiro de Casa e Descanso de Domingo. A niteroiense ressignifica fragmentos de azulejos, cerâmicas e louças recolhidos ao longo do tempo e cria composições em cores vibrantes e padrões geométricos. Até 27 de junho.

Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro. Ter. a sáb., 12h/19h. Grátis.
Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/plastico-bolha-novidades-correios/

