Flávio Bolsonaro participa de ato político ao lado de Douglas Ruas, candidato ao Governo do RioDivulgação/Imprensa Douglas Ruas
Flávio recheou seu discurso com promessas para a segurança pública e voltou a prometer aumentar as penas para crimes como roubo de celular. “Ladrão de celular vai começar com oito anos de cadeia”, declarou. Segundo ele, os condenados terão de trabalhar durante o cumprimento da pena para custear a própria estadia e indenizar a vítima. O candidato defendeu a castração química para estupradores e abusadores de mulheres e crianças e afirmou que “espancador de mulher vai ser preso imediatamente”.
Em outro trecho, Flávio reafirmou que pretende reduzir para 14 anos a maioridade penal em casos de estupro. Também prometeu combater o aliciamento de jovens pelo tráfico e disse que pretende usar tecnologia para proteger mulheres sob medidas protetivas.
Ao falar sobre o crime organizado, o candidato declarou que seu eventual governo irá “declarar guerra contra os narcoterroristas” e que não pretende “baixar a cabeça para bandido”.
Educação e emprego
Além da segurança, Flávio apresentou propostas para educação e qualificação profissional. Disse que pretende manter o Bolsa Família, mas associá-los a políticas de qualificação. Entre as medidas, citou escolas técnicas e profissionalizantes, com empresas atuando dentro das instituições de ensino, além do programa “Minha Primeira Empresa”, voltado à inserção de jovens no mercado de trabalho e ao empreendedorismo.
O candidato também afirmou que pretende proteger crianças e adolescentes do aliciamento pelo tráfico e criticou o que classificou como preocupação de pais com a possibilidade de os filhos se tornarem “militantes”. “Não vou mais aceitar que minhas filhas e os seus filhos concluam o ensino fundamental e o ensino médio e não saibam fazer uma conta simples de matemática, não saibam interpretar um texto”, disse.
Flávio disse ter sido vítima de ameaças de morte. “Estou aqui para colocar o meu peito na frente do povo brasileiro”, afirmou
Falou ainda que precisará do apoio do Senado para aprovar a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de estupro, além de uma “anistia geral dos acusados de 8 de janeiro” e para “libertar Jair Messias Bolsonaro”.
