100 DIAS. Em 10 de junho de 1984, o jovem Amyr Klink deu início a uma jornada que viraria capa de jornais, daria origem a um best-seller e inspiraria inúmeros velejadores. Após dois anos de preparação, ele partiu a bordo de um pequeno veleiro de Lüderitz, na Namíbia, rumo a Salvador, capital da Bahia, em uma histórica expedição intercontinental. O diário de bordo Cem Dias entre Céu e Mar serviu como base para o longa protagonizado por Filipe Bragança (Coração Acelerado), sob a direção do carioca Carlos Saldanha, de Rio e Cidade Invisível. Estreia nos cinemas na qui. (29).
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TRÊS HORAS PARA VIVER. A missão é simples: transportar um fígado até o hospital para garantir a sobrevivência de uma menina de sete anos, que precisa entrar em cirurgia nas próximas três horas. À medida que os ponteiros avançam, uma nova ameaça surge: um chefão do crime organizado — encarnado por Rodrigo Santoro (O Filho de Mil Homens) — está determinado a roubar o órgão. Owen Wilson (Penetras Bons de Bico) e Alan Ritchson (Reacher) devem salvar a criança na produção dirigida por Scott Waugh (Need for Speed: O Filme). Estreia nos cinemas na qui. (29).
TERRA DO MEU PAI. Depois dos premiados Ida e Guerra Fria, o vencedor do Oscar Paweł Pawlikowski retorna à turbulenta Europa do pós-guerra — agora junto de Sandra Hüller (Anatomia de uma Queda) e Hanns Zischler (Munique). No verão de 1949, um escritor alemão embarca com a filha numa viagem por uma Alemanha apartada e em ruínas, após dezesseis anos de exílio nos Estados Unidos. A delicada relação entre a perda da pátria e a ruptura dos laços familiares rendeu a Pawlikowski o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes. Estreia nos cinemas na qui. (29).
Com informações da fonte https://vejario.abril.com.br/programe-se/amyr-klink-100-dias/
