Apresentado pela Petrobras, Festival Harmonia celebra a riqueza cultural do Brasil a partir de seus biomas

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A Amazônia encontra o Pampa. O carimbó divide espaço com o jongo, o forró e as tradições gaúchas. Ingredientes de diferentes regiões chegam às mãos de grandes chefs enquanto, no palco, gerações da música brasileira se encontram diante da Lagoa Rodrigo de Freitas.

De 28 a 30 de agosto, o Parque das Figueiras recebe a quarta edição do Festival Harmonia, com três dias de programação cultural gratuita inspirada nos seis biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal.

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam o festival, realizado com patrocínio da Petrobras e da Lei Federal de Incentivo à Cultura — Lei Rouanet.

Nesta edição, os biomas são o fio condutor de uma programação que aproxima música, gastronomia, dança, artes visuais, oficinas e saberes tradicionais para revelar algo que vai muito além da paisagem: as diferentes formas de criar, celebrar e viver o Brasil.

Seis biomas, muitas formas de ser Brasil

Realizado pela Farm House, o Festival Harmonia chega à quarta edição aprofundando seu olhar sobre a diversidade cultural brasileira. Desta vez, são os territórios que organizam a curadoria e ajudam a contar de onde vêm muitos dos nossos ritmos, sabores, festas, tradições e modos de fazer.

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A relação entre biodiversidade e cultura está justamente aí. Cada bioma reúne condições naturais, ingredientes, matérias-primas e paisagens próprias que, ao longo do tempo, também influenciaram a maneira como suas respectivas comunidades cozinham, trabalham, celebram, fazem música, produzem arte e transmitem conhecimento.

É por isso que Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal podem ser vistos também como territórios culturais — cada um carregando histórias, conhecimentos, sabores, ritmos e tradições que fazem parte da identidade brasileira.

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“O Harmonia sempre foi um projeto que celebrou a riqueza cultural que o Brasil tem para oferecer e nos convida a desfrutar dela — na gastronomia, na música, na dança, na arte e em tantas outras formas de expressão. Nesta edição, encontrar nos biomas um fio condutor para tudo isso foi muito especial, porque nos permitiu ir além da celebração e abrir espaço também para o conhecimento, para entender melhor de onde vêm essas manifestações, o que elas carregam e como se conectam aos seus territórios. Poder reunir no Rio representações culturais de diferentes cantos do Brasil é uma alegria enorme”, afirma Jerson Rangel, CEO da Farm House.

Do carimbó ao jongo, os territórios entram em cena

A regionalidade aparece de forma direta nas manifestações culturais escolhidas para representar os seis biomas.

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A Amazônia chega com o Carimbó dos Altos. A Cia Banto leva o jongo e o samba de roda à programação ligada à Mata Atlântica, enquanto Thays Sodré apresenta o forró no percurso dedicado à Caatinga.

Do Sul vem Lara Rossato, trazendo referências das tradições gaúchas para representar o Pampa. Brilho de Lucas apresenta o Bumba Meu Boi no recorte dedicado ao Cerrado, e Tainara Kua leva referências da cultura guarani à programação relacionada ao Pantanal.

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Colocadas lado a lado, essas manifestações revelam um Brasil que se expressa de muitas maneiras e aproximam o público de repertórios, tradições e saberes construídos em diferentes partes do país.

Diferentes gerações da música brasileira no mesmo palco

Nos shows, o encontro continua. Toquinho convida Camila Faustino para dividir o palco em um encontro entre gerações da música brasileira. Roberta Sá leva ao festival sua relação com o samba, enquanto a Orquestra Petrobras Sinfônica transforma o Parque das Figueiras em uma sala de concerto a céu aberto.

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A programação aproxima artistas de projeção nacional de expressões ligadas a diferentes territórios brasileiros, ampliando o percurso musical do festival e valorizando a diversidade regional que ajuda a formar a cultura do país.

Leoni, Serjão Loroza, Rafael Sperduto e DJ Jamal completam a programação.

Shows

Sexta-feira — 28 de agosto
Rafael Sperduto
Toquinho convida Camila Faustino

Sábado — 29 de agosto
Orquestra Petrobras Sinfônica
Leoni
DJ Jamal

Domingo — 30 de agosto
Roberta Sá
Serjão Loroza
DJ Jamal

Sabores que também contam histórias

Nas aulas gastronômicas, antes dos preparos e degustações, o público aprende sobre a relação dos ingredientes com seus territórios (Bruno Contrino/Divulgação)

No Harmonia, a gastronomia é outra maneira de percorrer o Brasil. Antes de cada receita, o público conhece a relação dos ingredientes com seus territórios, sua história e seus usos culturais. Depois, chefs e convidados assumem a cozinha para o preparo dos pratos e as degustações.

Participam das aulas gastronômicas Rubens Gonçalo, Monique Houat, Monique Gabiatti, Julia Xavier, Gabriel Dutra, Erick Jacquin, Frédéric Jaunault, Frédéric Monnier, Bel Coelho, João Vieira e Regina Tchelly.

A experiência continua nas Ilhas Gastronômicas espalhadas pelo festival, com criações de Rafael Gomes, Frédéric Monnier, Elia Schramm, Heaven Delhaye e Ignácio Peixoto.

A ideia é simples: mostrar que a comida também guarda território, memória e cultura — e que conhecer um ingrediente pode ser uma forma deliciosa de conhecer um pedaço do Brasil.

Um festival para viver

O Harmonia foi pensado para ser explorado sem roteiro obrigatório. É possível chegar para um show e terminar em uma oficina; provar um prato e descobrir a história de um ingrediente; conhecer uma manifestação cultural de outra região ou simplesmente passar algumas horas ao ar livre, entre música, arte e gastronomia.

Além da programação de palco e das experiências gastronômicas, o festival terá oficinas de música e artes visuais, atividades educativas e uma feira de pequenos produtores, artesãos, marcas autorais e empreendedores da economia criativa.

Essa circulação também movimenta uma ampla cadeia cultural, reunindo artistas, produtores, técnicos, chefs, artesãos e pequenos negócios e criando espaço para geração de renda, visibilidade e troca de conhecimento.

A acessibilidade integra a experiência, com rotas e estruturas acessíveis, banheiros para pessoas com deficiência, plataforma PCD, interpretação em Libras, audiodescrição e equipe de apoio.

Cultura aberta a todos

A gratuidade é parte essencial da proposta do Festival Harmonia. Ao ocupar um espaço público com shows, oficinas, manifestações culturais, experiências gastronômicas e atividades educativas sem cobrança de ingresso, o festival amplia o acesso à cultura e cria um ponto de encontro entre diferentes públicos, gerações e expressões brasileiras.

À frente da ação está a Farm House, agência carioca responsável pelas quatro edições do festival e por projetos e experiências produzidos no Brasil e no exterior, entre eles FILBo, Havana, Feira de Arte Aberta e No Fogo com Bronze, além de trabalhos desenvolvidos em parceria com diferentes marcas.

Durante três dias, o Parque das Figueiras se transforma, assim, em um lugar para conhecer, provar, ouvir e experimentar diferentes Brasis.

Serviço

Festival Harmonia — 4ª edição
28, 29 e 30 de agosto de 2026
Parque das Figueiras — Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeir



Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/apresentado-pela-petrobras-festival-harmonia-celebra-a-riqueza-cultural-do-brasil-a-partir-de-seus-biomas/

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