Jornada do velejador Amyr Klink ganha as telonas em 100 Dias

Tempo de leitura: 3 min

100 Dias: o longa dirigido por Carlos Saldanha transporta o relato de Amyr Klink em Cem Dias entre Céu e Mar para as telonas. (/)
Continua após publicidade

100 DIAS. Em 10 de junho de 1984, o jovem Amyr Klink deu início a uma jornada que viraria capa de jornais, daria origem a um best-seller e inspiraria inúmeros velejadores. Após dois anos de preparação, ele partiu a bordo de um pequeno veleiro de Lüderitz, na Namíbia, rumo a Salvador, capital da Bahia, em uma histórica expedição intercontinental. O diário de bordo Cem Dias entre Céu e Mar serviu como base para o longa protagonizado por Filipe Bragança (Coração Acelerado), sob a direção do carioca Carlos Saldanha, de Rio e Cidade Invisível. Estreia nos cinemas na qui. (29).

+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

Três Horas Para Viver: Rodrigo Santoro é um obstinado e assustador chefão do crime no longa hollywoodiano de ação. (./Divulgação)

TRÊS HORAS PARA VIVER. A missão é simples: transportar um fígado até o hospital para garantir a sobrevivência de uma menina de sete anos, que precisa entrar em cirurgia nas próximas três horas. À medida que os ponteiros avançam, uma nova ameaça surge: um chefão do crime organizado — encarnado por Rodrigo Santoro (O Filho de Mil Homens) — está determinado a roubar o órgão. Owen Wilson (Penetras Bons de Bico) e Alan Ritchson (Reacher) devem salvar a criança na produção dirigida por Scott Waugh (Need for Speed: O Filme). Estreia nos cinemas na qui. (29).

Continua após a publicidade
Homem idoso de roupão estampado, fumando charuto e exalando fumaça, conversa com mulher sorridente, também de roupão, em uma mesa com bebidas e cinzeiro, em ambiente escuro
Terra do Meu Pai: a obra estrelada por Sandra Hüller rendeu a Paweł Pawlikowski o prêmio de melhor direção no prestigiado Festival de Cannes. (Agata Grzybowska/Divulgação)

TERRA DO MEU PAI. Depois dos premiados Ida e Guerra Fria, o vencedor do Oscar Paweł Pawlikowski retorna à turbulenta Europa do pós-guerra — agora junto de Sandra Hüller (Anatomia de uma Queda) e Hanns Zischler (Munique). No verão de 1949, um escritor alemão embarca com a filha numa viagem por uma Alemanha apartada e em ruínas, após dezesseis anos de exílio nos Estados Unidos. A delicada relação entre a perda da pátria e a ruptura dos laços familiares rendeu a Pawlikowski o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes. Estreia nos cinemas na qui. (29).

Continua após a publicidade

 



Com informações da fonte https://vejario.abril.com.br/programe-se/amyr-klink-100-dias/
Compartilhe este artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *