Mulher morre após tentativa de assalto no Itanhangá | Rio de Janeiro

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Delagacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Ciene Pires de Paulo - Arquivo / Renan Areias / Agência O Dia




Delagacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Ciene Pires de Paulo Arquivo / Renan Areias / Agência O Dia

Rio – Uma tentativa de assalto na Estrada da Barra da Tijuca, no Itanhangá, Zona Sudoeste do Rio, terminou com a morte de Ciene Pires de Paulo, na noite deste sábado (23). Segundo informações iniciais, a vítima estava acompanhada de um homem quando foi abordada por um casal de criminosos que tentou roubar a moto em que eles estavam.

O homem que acompanhava Ciene teria tentado reagir à abordagem. Durante a ação, os criminosos atiraram e a mulher acabou sendo baleada. Ciene foi socorrida por populares e levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Segundo o 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), os dois assaltantes também deram entrada na mesma unidade hospitalar. A mulher recusou atendimento médico. Em seguida, ela e o comparsa foram presos em flagrante por policiais militares.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que investiga as circunstâncias do crime. Os detidos já estão à disposição da Justiça.

Ainda não há informações sobre o sepultamento de Ciene Pires de Paulo.

Baleados em assaltos aumentam no RJ, aponta Fogo Cruzado

A violência armada durante assaltos e tentativas de roubo se agravou na Região Metropolitana em abril de 2026. Ao menos 30 pessoas foram baleadas nessas ocorrências ao longo do mês, o equivalente a uma pessoa baleada por dia. O número representa um aumento de 50% em relação a abril de 2025, quando 20 pessoas foram atingidas em assaltos ou roubos. 

“O crescimento expressivo e contínuo de pessoas baleadas durante assaltos evidencia como a violência armada está diretamente associada à rotina da população, especialmente em crimes que ocorrem em deslocamentos, no trabalho e em atividades rotineiras. Esses números mostram que o roubo deixou de ser apenas um crime patrimonial para se consolidar como um fator central de produção de violência armada. A média de uma vítima baleada por dia em assaltos é um dado alarmante e exige respostas urgentes do poder público, com políticas de prevenção, inteligência e proteção da população, sobretudo nas áreas que mais concentram esse tipo de crime”, analisa Carlos Nhanga, coordenador regional do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro.



Com informações da fonte
https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/05/7255709-mulher-morre-apos-tentativa-de-assalto-no-itanhanga.html

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