Montanhista de Teresópolis é homenageado às vésperas dos 31 anos da conquista do Everest
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O alpinista Mozart Catão voltou a ser reconhecido nacionalmente após 28 anos após sua morte em uma avalanche no Aconcágua, na Argentina, em 3 de fevereiro de 1998, quando tinha 35 anos.
A homenagem com o Mosquetão de Ouro, a principal premiação da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME), ocorreu em 11 de abril, mês que antecede uma data histórica: os 31 anos da primeira conquista brasileira do Monte Everest (Nepal/Tibete), em 14 de maio de 1995.
Mozart Catão chegou ao cume do ponto mais alto da Terra (8.848 m) ao lado de Waldemar Niclevicz.
A homenagem é concedida a atletas e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do montanhismo no país. Mozart foi escolhido por votação popular na categoria póstuma.
Natural de Teresópolis, considerada a capital nacional do montanhismo, na Serra do Rio de Janeiro, Catão iniciou sua trajetória ainda na adolescência, frequentando o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde desenvolveu a paixão pelo esporte.
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Além de entrar para a história ao chegar ao topo do Everest, acumulou outras conquistas ao longo da trajetória, como o próprio Aconcágua, Kilimanjaro, Denali, Elbrus e Monte Vinson, além de três registros no Guinness Book.
Mozart era formado em Educação Física e conhecido pelo planejamento detalhado das expedições e dedicação ao esporte, tornando-se referência no montanhismo brasileiro.
Legado preservado pela família
A homenagem foi celebrada pela família. Para a sobrinha Carolina Catão, o reconhecimento reforça a importância de preservar a memória do montanhista.
“Ver que, após quase 30 anos, ele ainda é lembrado por seus feitos é muito gratificante. A família se empenha em manter essa história viva e apresentá-la às novas gerações”, afirmou.
Ela destacou ainda que o acervo deixado por Mozart, com objetos, fotos e diários, segue sendo utilizado em ações de memória e palestras.
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“As homenagens, como o Mosquetão de Ouro, um livro voltado ao público infantil e a trilha no Parque Nacional da Serra dos Órgãos que leva seu nome, nos enchem de orgulho”, completou.
Além da premiação, o nome de Mozart Catão permanece presente em trilhas, memoriais e projetos em Teresópolis, reforçando sua importância para o esporte no Brasil.
A trajetória do montanhista, marcada por pioneirismo e conquistas históricas, segue inspirando novas gerações.
Mozart Catão foi escolhido por votação popular para o Mosquetão de Ouro 2026
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Com informações da fonte
https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2026/04/30/mozart-catao-e-homenageado-com-o-mosquetao-de-ouro-as-vesperas-dos-31-anos-da-conquista-do-everest-e-apos-28-anos-da-morte-no-aconcagua.ghtml
Mozart Catão é homenageado com o Mosquetão de Ouro às vésperas dos 31 anos da conquista do Everest e após 28 anos da morte no Aconcágua

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