Chefe do tráfico no Morro do Andaraí, na Zona Norte do Rio, morre em confronto com policiais militares

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Rodrigo Rosa Brasil, o Boneco do Andaraí, morreu em confronto com policiais militares — Foto: Disque Denúncia/Divulgação


Uma operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da Subsecretaria de Inteligência (SSI) da Polícia Militar, na noite deste domingo, no Morro do Andaraí, na Zona Norte do Rio, terminou com o homem apontado como chefe do tráfico na comunidade morto. Rodrigo Rosa Brasil, o Boneco do Andaraí, de 46 anos, chegou a ser levado para o Hospital do Andaraí, mas morreu ao dar entrada.

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Um segundo homem foi baleado na ação. Ele é apontado como segurança de Brasil e também foi socorrido para o Hospital do Andaraí. Não há informações sobre seu estado de saúde.

As armas encontradas com os dois baleados — Foto: Polícia Militar/Divulgação

De acordo com a Polícia Militar, o confronto no Morro do Andaraí começou após as equipes serem atacadas criminosos. Na ação, os policiais apreenderam um fuzil e uma pistola, que estavam com Brasil e com o outro homem baleado.

Rodrigo Rosa Brasil estava foragido do sistema penitenciário desde março de 2019, após não retornar para a unidade prisional onde estava depois de receber o benefício de saída temporária para visita periódica ao lar. À época, ele cumpria pena pela morte do policial civil André Gustavo Lopes da Rocha, assassinado na frente de sua família no bairro do Grajaú, em 2008.

Segundo investigações, o Brasil chefiava uma associação criminosa armada responsável por crimes na comunidade do Andaraí, incluindo o aliciamento de crianças e adolescentes para atuar na venda de drogas e em outras práticas criminosas.

A PM afirmou que o traficante também era responsável pelas recentes confrontos tanto no Andaraí quanto na Tijuca. Além disso, o grupo ligado a ele financiava uma quadrilha de roubo de veículos responsável por ações no Andaraí e no Grajaú — o dinheiro obtido com esses crimes era usado para financiar as tentativas de expansão de sua facção criminosa no Maciço da Tijuca, tendo como alvos principais os Morros da Cruz e da Casa Branca.

Brasil tinha anotações criminais por associação para o tráfico de drogas, tráfico de drogas, associação criminosa, homicídio, organização criminosa, roubo de veículos e latrocínio. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).



Com informações da fonte
https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/03/09/chefe-do-trafico-no-morro-do-andarai-na-zona-norte-do-rio-morre-em-confronto-com-policiais-militares.ghtml

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