Polícia investiga se servente morreu após atropelamento em Bangu | Rio de Janeiro

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Corpo de Rodrigo Rodrigues Silva, de 32 anos, foi sepultado no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, na quinta-feira (5) - Carlos Elias Junior Agência O Dia




Corpo de Rodrigo Rodrigues Silva, de 32 anos, foi sepultado no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, na quinta-feira (5)Carlos Elias Junior Agência O Dia

A Polícia Civil investiga se o servente Rodrigo Rodrigues Silva, de 32 anos, foi vítima de atropelamento. O corpo dele acabou sendo encontrado em Bangu, na Zona Oeste do Rio, na terça-feira (3), após passar três dias desaparecido. “Agentes realizam diligências para apurar as circunstâncias do atropelamento”, disse a delegacia por meio de nota. No Instituto Médico Legal (IML), a perícia apontou ferimentos no pescoço e na cabeça. A causa da morte, no entanto, ainda não foi divulgada.
Emocionados, familiares e amigos do trabalhador, que prestava serviço para a Águas do Rio, se despediram dele na tarde desta quinta-feira (5), no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio. O sepultamento aconteceu às 16h e reuniu dezenas de pessoas.

A mãe e a mulher da vítima, que participaram das buscas pelo funcionário da concessionária, estiveram na despedida e, muito abaladas, não quiseram falar com a imprensa. Elas buscam respostas sobre as circunstâncias da morte de Rodrigo.

A concessionária Águas do Rio também lamentou o ocorrido e disse prestar apoio à família do colaborador.

Batida de carro e parada em praça na Vila Kennedy

Segundo a família, o trabalhador fez contato com a mulher no sábado (31), quando estava saindo do trabalho, e contou que havia se envolvido em um acidente de carro. Na ocasião, também avisou que passaria em uma praça na Vila Kennedy, região onde mora com a família, para beber com os amigos. No entanto, a mulher dele, Camily, estranhou a demora do marido para voltar para casa e tentou ligar para ele, mas não foi atendida.

Ela, então, acompanhada da sogra, foi até a praça informada por Rodrigo, mas não o encontrou. O carro dele estava lá, com a mochila e a carteira. O celular, no entanto, indicava uma localização em Senador Camará, a cerca de três quilômetros do bar.

Camily e a mãe de Rodrigo chegaram a ir até o endereço indicado pela localização do aparelho, mas também não o encontraram. Desesperadas, as duas iniciaram uma campanha nas redes sociais para tentar localizar o servente.



Com informações da fonte
https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/11/7319609-policia-investiga-se-servente-morreu-apos-atropelamento-em-bangu.html

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