Durante os meses desaparecido, o idoso chegou a completar 65 anos
O aposentado Sérgio da Silva Rego está desaparecido desde o dia 20 de junho –
Se passaram mais de 4 meses e os familiares continuam sem resposta para a pergunta que os aflige: ‘Onde está Sérgio da Silva Rego?’. Uma das filhas do idoso, Daiene Campanate Rego, contou ao OSG que recentemente coletou DNA para uma possível identificação.
Durante as buscas, a família recebeu algumas informações de pessoas que acreditavam ter visto o idoso, que agora tem 65 anos, completados longe da família, no início deste mês.
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“Um moço em São Pedro da Aldeia, ligou e disse que viu um senhor vendendo paçoca no ônibus, mas com certeza não é o meu pai. Pois ele não andava de ônibus e nem sabia desse tipo de atividade que as pessoas fazem nos ônibus. Teve também umas informações sobre um morador de rua em Manilha, que parecia ele mas não era. Um andarilho em Tribobó que também parecia mas não era”, disse a filha.
Apesar de enfrentarem a dor de meses sem informações sobre um ente querido, a família ainda precisa lidar com golpes. “Ainda houve três tentativas de golpes com fotos montadas das artes que fizemos para divulgação”, explicou Daiene.
Sem pistas sobre o paradeiro do idoso, a família precisou coletar DNA para realizar a comparação em casos específicos. Ainda de acordo com a filha, o setor de Descoberta de Paradeiros da Polícia Civil, também não conseguiu apurar nenhuma nova informação que ajude no caso de Sérgio.
Quem tiver informações que ajudem a encontrar o idoso pode repassar ao Disque-Denúncia através do telefone 2253-1177.
Relembre o caso:
Sérgio desapareceu enquanto estava indo à Praça de Santa Luzia para visitar a filha Daiene e realizar afazeres de rotina, no dia 20 de junho. No entanto, desde então, não entrou mais em contato com a família.
De acordo com a filha do aposentado, o idoso não chegou a ser cadastrado em nenhum centro de acolhimento para pessoas desabrigadas em São Gonçalo, Niterói, Maricá, Tanguá e Rio Bonito.
“Eles chamam de POPs, que são centros que recebem pessoas desabrigadas ou as distribuem para abrigos. Então a gente sempre tem que ir nos POPs antes para poder ver se ele passou por lá. Ou eles distribuem as pessoas para os abrigos ou elas as mantêm, mas tem um sistema de cadastro e, nesse sistema, eles consultam se passou por lá ou não. Em todos que nós fomos no decorrer do tempo, ele não estava cadastrado”, explicou a filha.
A família está realizando as buscas pelo idoso com o apoio da Polícia Civil, através do Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG).
