- Benedita chega à última semana na frente das pesquisas
- Benedita aposta em 6×1, segurança e tratamento para vítimas das bets
- Benedita, Pedro Paulo e Mônica: alianças se cruzam no segundo voto
- Mônica Benício leva pautas sociais para a disputa
- Pedro Paulo aposta na experiência política e administrativa
- Pedro Paulo se apresenta como o senador de Eduardo Paes
- Jordy e Portinho tentam dobradinha do PL
- Portinho aposta na experiência no Senado e em pautas da direita
- Jordy aposta em segurança e atuação na oposição
- Crivella voltou à disputa após decisão do TSE
- Marcos Dias coloca segurança entre as prioridades
- Waguinho tenta levar experiência da Baixada para Brasília
- Luciano Mattos faz campanha com foco no combate ao crime
- Helio Secco defende segurança, ciência e redução de impostos
- Michelly Xavier defende mulheres, moradia e direitos sociais
- Vinicius Benevides quer combater pejotização e informalidade
- Paula Falcão destaca educação, esporte e cultura
- Luiz Eugênio representa o PCO
- Ó Clemente disputa pelo Democrata
- Comandante Ribeiro Afonso tem candidatura indeferida
- Os 16 nomes registrados na disputa
- Segundo voto pode decidir a eleição
O eleitor do Rio de Janeiro terá uma diferença importante na urna nas eleições deste ano: serão dois votos para senador. Isso acontece porque, em 2026, o Senado renova dois terços de suas cadeiras. No Rio, duas vagas estão em disputa entre 16 candidatos. Os dois mais votados em todo o estado serão eleitos para mandatos de oito anos. Na prática, o eleitor vota em um candidato ao Senado, confirma e, em seguida, escolhe outro candidato diferente. Os dois não precisam ser do mesmo partido, da mesma chapa ou do mesmo grupo político. Se o mesmo candidato for digitado novamente, o segundo voto não será contabilizado para ele.
Como votar para senador
São dois votos e dois candidatos diferentes. Primeiro, o eleitor escolhe um candidato ao Senado e confirma. Depois, vota em outro nome e confirma novamente. Não existe uma “primeira vaga” e uma “segunda vaga” durante a apuração. Todos os candidatos disputam juntos e os dois mais votados no estado serão eleitos. É justamente esse segundo voto que ajuda a deixar a eleição para o Senado mais aberta, porque uma parcela importante dos eleitores costuma chegar aos últimos dias ainda sem ter definido as duas escolhas.
Benedita chega à última semana na frente das pesquisas
Benedita da Silva (PT) entra na reta final numericamente à frente nas principais pesquisas recentes para o Senado no Rio. Na Quaest divulgada em 23 de setembro, Benedita tinha 15% considerando os dois votos em conjunto. Carlos Jordy e Carlos Portinho, ambos do PL, apareciam com 10%. No Datafolha divulgado no dia seguinte, Benedita tinha 19%, enquanto Jordy e Portinho apareciam com 12% cada e Pedro Paulo, com 9%. No Paraná Pesquisas, Benedita registrou 32%, seguida por Marcelo Crivella, Pedro Paulo, Jordy e Portinho. Desde os primeiros levantamentos oficiais, a petista aparece entre os nomes do primeiro grupo da disputa e chega à última semana à frente nos principais estudos recentes. Mas a história das eleições para o Senado mostra que o cenário pode mudar rapidamente perto da votação. Em 2018, por exemplo, Arolde de Oliveira aparecia atrás dos primeiros colocados poucos dias antes da eleição e terminou conquistando uma das duas vagas. A disputa pelo Senado no Rio historicamente já teve mudanças importantes na reta final.
Benedita aposta em 6×1, segurança e tratamento para vítimas das bets
Aos 84 anos, Benedita tem uma das trajetórias políticas mais longas entre os candidatos. Foi vereadora, deputada federal, senadora, vice-governadora, governadora do Rio e ministra. Em 1994, tornou-se a primeira mulher negra eleita para o Senado no Brasil. Hoje, exerce mandato de deputada federal. Entre as principais bandeiras apresentadas por Benedita está o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador trabalha seis dias e descansa apenas um. Ela também apoia a PEC da Segurança Pública, que busca ampliar a integração entre União, estados e municípios e aumentar a participação federal na coordenação das ações contra o crime. Outro tema destacado na campanha são as bets. Benedita defende que recursos arrecadados do setor de apostas online sejam destinados também ao atendimento e tratamento, pelo SUS, de pessoas que sofrem com ludopatia. Ludopatia é o vício em jogos e apostas. A pessoa perde o controle, continua apostando apesar dos prejuízos e pode comprometer salário, patrimônio e até as despesas básicas da família. A passagem de Benedita pelo Governo do Estado também aparece no discurso de seus aliados. Ela assumiu o governo em 2002 e não figura entre os ex-governadores fluminenses envolvidos nos grandes escândalos de desvio de recursos que atingiram administrações posteriores. Bendita se apresenta como candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Senado.
Benedita, Pedro Paulo e Mônica: alianças se cruzam no segundo voto
A existência de dois votos cria combinações diferentes das eleições para cargos como governador e presidente. Benedita e Pedro Paulo (PSD) fazem parte da mesma composição política estadual, e Pedro Paulo pede votos para a petista como companheira de coligação. Ao mesmo tempo, Pedro Paulo também aparece em ações políticas ao lado de outros candidatos ao Senado, como Marcos Dias (Podemos). Benedita, por sua vez, conta também com o apoio de Mônica Benício (PSOL) para uma das duas escolhas. Isso significa que o eleitor pode votar em dois candidatos de partidos diferentes — e até de campos políticos diferentes — sem qualquer impedimento.
Mônica Benício leva pautas sociais para a disputa

Mônica Benício (PSOL), de 40 anos, é arquiteta e urbanista, nasceu no Complexo da Maré e está no segundo mandato como vereadora do Rio. Foi eleita pela primeira vez em 2020 e reeleita em 2024. Sua atuação política está ligada principalmente a direitos humanos, moradia, planejamento urbano, políticas para mulheres e população LGBTQIA+. Na Câmara Municipal, participou de comissões ligadas à cultura, serviços públicos e políticas para mulheres. Também criou frentes parlamentares e esteve associada a iniciativas de enfrentamento ao feminicídio, combate à violência contra pessoas LGBTQIA+ e defesa do direito à cidade. Mônica foi companheira da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018 ao lado do motorista Anderson Gomes, e passou a ter maior projeção pública após o crime. Na campanha ao Senado, porém, busca apresentar também uma trajetória política própria construída nos dois mandatos como vereadora. A candidata aparece na disputa especialmente entre eleitores de esquerda que ainda procuram definir o segundo voto. Na Quaest mais recente, seu percentual aumenta quando a pergunta considera especificamente essa segunda escolha.
Pedro Paulo aposta na experiência política e administrativa

Pedro Paulo se apresenta como o senador de Eduardo Paes
Pedro Paulo (PSD) é economista, deputado federal e um dos nomes mais próximos de Eduardo Paes. Está na Câmara desde 2011, após também ter exercido mandato de deputado estadual e ocupado cargos importantes na Prefeitura do Rio, incluindo as secretarias de Fazenda, Casa Civil e Planejamento. Na campanha, Pedro Paulo se apresenta como o nome de confiança de Eduardo Paes para o Senado e tenta levar para Brasília a imagem de gestor e articulador construída ao lado do ex-prefeito. Sua candidatura foi oficializada na mesma chapa de Paes ao Governo do Estado, com Benedita da Silva também compondo a aliança para o Senado. O PSD afirma que Paes prioriza pedidos de voto para Pedro Paulo e Benedita. Entre as propostas apresentadas estão a busca de uma solução para a dívida do Estado do Rio, envio de recursos federais para os municípios, medidas mais rígidas contra crimes graves e mudanças na segurança pública. Também defende proibir completamente a publicidade das bets, ampliar a proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais e obrigar empresas de delivery a oferecer seguro contra acidentes aos entregadores. Pedro Paulo tenta ainda ocupar o espaço de candidato de centro e de articulação. Ele próprio afirma que pretende ser um “senador do consenso”, evitando disputas ideológicas e colocando as pautas do Rio como prioridade no Congresso. Apesar de compor oficialmente a chapa com Benedita, Pedro Paulo também aparece durante a campanha em movimentos de segundo voto com outros candidatos. Com duas vagas em disputa, sua estratégia passa justamente por ampliar as combinações possíveis e se apresentar como uma opção para eleitores de diferentes campos políticos.
Jordy e Portinho tentam dobradinha do PL
O PL tenta conquistar as duas vagas do Rio com Carlos Jordy e Carlos Portinho. Os dois representam o campo político da direita e chegam à reta final próximos nas principais pesquisas. Apesar de hoje formarem a dupla do partido, a composição passou por mudanças antes de ser definida. O então governador Cláudio Castro chegou a ser cotado para uma das vagas, enquanto Márcio Canella chegou a ocupar espaço na formação da chapa. Com as desistências e rearranjos internos, Portinho e Jordy acabaram confirmados. Além das circunstâncias da escolha partidária, os dois chegam à disputa com trajetórias políticas próprias e atuação relevante no Congresso.
Portinho aposta na experiência no Senado e em pautas da direita

Carlos Portinho (PL) ocupa uma cadeira no Senado desde 2020. Ele era primeiro suplente de Arolde de Oliveira e assumiu definitivamente o mandato após a morte do senador. Em 2026, será a primeira vez em que pede diretamente ao eleitor um mandato de senador titular. No Senado, Portinho foi líder do PL e, em 2022, assumiu a liderança do governo Jair Bolsonaro, cargo que exerceu até o fim daquele mandato presidencial. Essa ligação com Bolsonaro aparece hoje como uma das principais credenciais apresentadas por Portinho na busca pelo voto do eleitorado de direita no Rio. Na campanha, destaca principalmente segurança pública, economia e mudanças no funcionamento do Judiciário. Defende medidas mais duras contra integrantes de organizações criminosas, alterações na maioridade penal em determinados crimes e limites para decisões individuais de ministros do STF. Portinho também usa como vitrine sua atuação legislativa. Foi relator do Marco Legal das Startups e da lei que criou a Sociedade Anônima do Futebol, a SAF. Sua candidatura ao Senado foi definida após mudanças dentro do PL: o partido trabalhava inicialmente com Cláudio Castro para uma das vagas e, depois da desistência do então governador, Portinho venceu a disputa interna pela primeira indicação da legenda.
Jordy aposta em segurança e atuação na oposição

Carlos Jordy (PL) está no segundo mandato como deputado federal e começou a carreira política como vereador de Niterói. Na Câmara, ganhou projeção principalmente pela atuação na oposição e mantém presença intensa em votações, discursos e apresentação de projetos. Em 2026, já havia apresentado 80 propostas legislativas de sua autoria. Na disputa pelo Senado, Jordy coloca segurança pública entre suas principais bandeiras. Defende endurecimento das penas para integrantes de facções, mudanças nas regras de progressão de regime, redução da maioridade penal em determinados casos e alterações no funcionamento do STF. Outro tema presente na campanha é a proibição das bets, com críticas aos impactos das apostas online sobre o endividamento e a dependência dos jogadores. Jordy também teve o nome citado em uma investigação da Polícia Federal. Em janeiro de 2024, foi alvo de busca e apreensão na Operação Lesa Pátria, que investigava possíveis relações com mobilizações após as eleições de 2022. O deputado negou irregularidades e afirmou ser vítima de perseguição política. Assim como Portinho, Jordy chegou à chapa após mudanças internas. Depois de não ficar com a primeira indicação do PL, foi confirmado para a segunda vaga após a desistência de Márcio Canella.
Crivella voltou à disputa após decisão do TSE

Marcelo Crivella (Republicanos) já foi senador, ministro da Pesca, prefeito do Rio e atualmente é deputado federal. Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, mantém forte ligação com o eleitorado evangélico, uma das principais bases de sua candidatura. Entre as propostas, Crivella defende ampliar a proteção à liberdade religiosa, rever a divisão de recursos federais para aumentar a parcela destinada ao Rio e priorizar áreas como segurança, saúde e infraestrutura. Sua passagem pela Prefeitura do Rio, entre 2017 e 2020, foi marcada por desgaste político e investigações. Crivella chegou a ser preso no caso conhecido como “QG da Propina”, que apurava suspeitas de irregularidades em contratos municipais. Em 2026, o TRE-RJ rejeitou a denúncia criminal contra ele por 4 votos a 3. Crivella também chegou a correr risco de ficar fora desta eleição por uma decisão de inelegibilidade ligada ao pleito de 2020. O TSE suspendeu os efeitos da condenação e permitiu sua candidatura enquanto o recurso segue em análise.
Marcos Dias coloca segurança entre as prioridades

Marcos Dias (Podemos) é vereador do Rio, empresário e ex-secretário municipal de Integração Metropolitana. Nascido e criado em Guadalupe, na Zona Norte, está em seu primeiro mandato na Câmara Municipal. A segurança pública é uma das principais bandeiras de sua campanha e tem também uma motivação pessoal. Marcos relata ter perdido um irmão para a violência, morto com um tiro quando seguia para a igreja. O episódio é citado pelo candidato ao explicar por que coloca o combate ao crime entre as prioridades de sua candidatura. Entre as propostas estão maior integração e investimento em inteligência para as forças de segurança, combate ao crime organizado, endurecimento das punições para reincidentes e retomada de áreas dominadas por facções. Além da segurança, Marcos também apresenta propostas nas áreas de educação, economia, proteção às famílias e equilíbrio entre os Poderes.
Waguinho tenta levar experiência da Baixada para Brasília

Waguinho (Republicanos), nome político de Wagner dos Santos Carneiro, foi vereador, deputado estadual e prefeito de Belford Roxo por dois mandatos. Na campanha ao Senado, se apresenta principalmente como representante da Baixada Fluminense. Entre as bandeiras estão mais recursos para os municípios, saúde, segurança, infraestrutura e mudanças no pacto federativo. Waguinho também destaca a experiência administrativa acumulada à frente de Belford Roxo. Apesar de estar no Republicanos, mantém relação política próxima com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e declara apoio à reeleição do petista. A aproximação vem desde 2022, quando Waguinho apoiou Lula no segundo turno da eleição presidencial. Sua trajetória também tem controvérsias. Em abril de 2026, Waguinho virou réu em uma ação por fraude em licitação relacionada a um pregão realizado quando era prefeito. Segundo o Ministério Público, houve restrição na divulgação do processo, o que teria prejudicado a concorrência. O caso segue na Justiça.
Luciano Mattos faz campanha com foco no combate ao crime
Luciano Mattos (PRTB) é advogado, promotor aposentado e foi procurador-geral de Justiça do Rio entre 2021 e 2024. Sua campanha tem como um dos principais eixos o combate ao crime organizado. Ele propõe um novo modelo de ocupação de áreas dominadas por organizações criminosas, integração entre polícia e serviços públicos, presídios com trabalho para detentos e alterações nas regras do STF e do processo de impeachment de ministros.
Helio Secco defende segurança, ciência e redução de impostos
Helio Secco (Missão) é biólogo, empresário e especialista na área ambiental. Já foi candidato a vice-governador do Rio em 2022. Entre as propostas estão aumento de penas para crimes violentos e corrupção, redução da maioridade penal, fim do foro privilegiado, redução de impostos, incentivo ao empreendedorismo, investimentos em ciência e tecnologia e mandato de 12 anos para ministros do STF.
Michelly Xavier defende mulheres, moradia e direitos sociais
Michelly Xavier (UP) é advogada e candidata pela Unidade Popular. Não ocupou cargo eletivo anteriormente. A candidata apresenta como bandeiras a defesa dos direitos das mulheres, o combate à violência de gênero, moradia, meio ambiente e direitos dos trabalhadores.
Vinicius Benevides quer combater pejotização e informalidade
Vinicius Benevides (UP) é trabalhador da construção civil e já disputou eleições para vereador e vice-prefeito do Rio. Defende o fim da escala 6×1 sem redução salarial, combate à pejotização e à informalidade, mais recursos para educação pública e a revisão das reformas trabalhista e previdenciária.
Paula Falcão destaca educação, esporte e cultura
Paula Falcão (PSTU) é professora e disputa uma cadeira no Senado pelo PSTU. Sua candidatura defende pautas ligadas aos trabalhadores e à educação pública. Entre os temas apresentados durante a campanha estão a universalização do acesso à cultura, ao esporte e ao lazer.
Luiz Eugênio representa o PCO
Luiz Eugênio (PCO) é metalúrgico aposentado e tem atuação sindical no Sul Fluminense. Defende posições ligadas à proteção do emprego, oposição às privatizações, direito de greve, recomposição salarial dos trabalhadores e maior participação dos trabalhadores na condução de empresas em crise.
Ó Clemente disputa pelo Democrata
Ó Clemente (Democrata), nome de urna de Clemente Sebastião de Almeida Campos, é servidor público e concorre ao Senado pelo número 355. Entre as bandeiras divulgadas pela candidatura estão redução das desigualdades salariais, proteção à população idosa e mudanças na escolha de integrantes do Supremo Tribunal Federal.
Comandante Ribeiro Afonso tem candidatura indeferida
Comandante Ribeiro Afonso (Democrata) foi registrado como candidato ao Senado pelo partido, mas aparece na base eleitoral mais recente com a candidatura indeferida. O registro ainda consta em listas de candidatos produzidas antes da decisão. Militar, Ribeiro Afonso integrou a chapa apresentada pelo Democrata para as duas vagas do Rio.
Os 16 nomes registrados na disputa
A relação de candidatos ao Senado pelo Rio em 2026 inclui Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Carlos Portinho (PL), Comandante Ribeiro Afonso (Democrata), Helio Secco (Missão), Luciano Mattos (PRTB), Luiz Eugênio (PCO), Marcelo Crivella (Republicanos), Marcos Dias (Podemos), Michelly Xavier (UP), Mônica Benício (PSOL), Ó Clemente (Democrata), Paula Falcão (PSTU), Pedro Paulo (PSD), Vinicius Benevides (UP) e Waguinho (Republicanos).
A situação jurídica das candidaturas deve ser acompanhada até a eleição, já que alguns registros aparecem como indeferidos ou em fase de recurso nas bases eleitorais mais recentes.
Segundo voto pode decidir a eleição
A disputa chega à última semana com Benedita numericamente à frente nas principais pesquisas recentes, enquanto vários nomes aparecem próximos na disputa pelas vagas. Mas, numa eleição em que cada pessoa poderá escolher dois candidatos, o cenário não pode ser lido exatamente como uma disputa para governador ou presidente. Além do eleitor que ainda não decidiu nenhum nome, existe aquele que já sabe em quem dará o primeiro voto, mas ainda procura uma segunda opção. E é justamente esse eleitor que pode ter peso decisivo no resultado do próximo domingo.
Na urna, não esqueça: para o Senado são dois votos, em dois candidatos diferentes. Os dois mais votados do Rio serão eleitos.
Com informações da fonte
https://mancheterio.com.br/senado-rj-2026-candidatos-como-votar/
