De acordo com a Polícia Civil, Luciano é o quinto integrante do grupo detido durante a investigaçãoReprodução/Polícia Civil
Segundo os investigadores, o suspeito atuava principalmente no golpe em que integrantes da organização se passavam por vendedores ou gerentes de grandes redes varejistas para atrair vítimas com ofertas de produtos eletrônicos e eletrodomésticos por valores abaixo dos praticados no mercado.
As negociações eram realizadas pela internet e, posteriormente, os compradores eram orientados a comparecer a estabelecimentos comerciais da Rua Uruguaiana para retirar os produtos. No local, após receber os pagamentos, geralmente feitos por pix, os golpistas simulavam buscar a mercadoria e deixavam o estabelecimento por uma saída alternativa, desaparecendo sem entregar o item negociado.
Luciano possui mais de 30 registros de passagem pelo sistema policial e havia deixado o sistema prisional há menos de dois meses. Após o cumprimento das formalidades legais, ele segue preso.
As investigações prosseguem para localizar outros suspeitos, aprofundar a apuração de novas fraudes e desarticular completamente a estrutura da organização criminosa.
Desde então, o trabalho de inteligência permitiu identificar outros envolvidos e mapear diferentes núcleos da organização. Segundo a Polícia Civil, a atuação não se limitava aos executores dos golpes, alcançando também integrantes responsáveis pela logística, movimentação financeira e planejamento das ações criminosas.
A reportagem de O DIA tenta contatar a defesa de Luciano Melo de Carvalho. O espaço segue aberto para posicionamentos.
