Vasco vê roteiro se repetir no empate pela Sul-Americana e Pedro Emanuel tira lições para o jogo de volta

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O Vasco jogou dois tempos distintos no empate em 2 a 2 com o Independiente Medellín, pelos playoffs da Sul-Americana. No primeiro, um time organizado, que impôs seu ritmo de jogo, mas foi punido nos acréscimos pela ineficiência. No segundo, ainda que tenha empatado em 30 segundos, foi o oposto, muito por conta das substituições do técnico Pedro Emanuel, que passou a ver o tamanho do trabalho que terá pela frente.

E o empate seguiu o roteiro da derrota para o Vitória, no Brasileirão: o time teve volume, não aproveitou e viu falhas defensivas serem cruciais no resultado, que só não foi pior, pois Cuiabano teve grande atuação e somou mais duas participações para gol (mesmo que um tenha sido contra).

— Faltou eficácia e sermos mais incisivos nos últimos 30 metros durante o primeiro tempo. Fizemos aquilo que pedi: tivemos mais posse de bola e mais aproximações ao gol do Independiente, mas não conseguimos marcar — reconheceu o treinador, após seu segundo jogo no comando do time.

O lado esquerdo foi o mais forte no jogo, com Andrés Gómez e Cuiabano ditando o ritmo, e contando com a participação de Robert Renan e Nuno Moreira — Rojas entrou no segundo tempo e não fez bom jogo. Desse grupo, os desafios serão equilibrar a minutagem do lateral, que é um dos líderes em assistências do elenco, mas tem histórico de lesões musculares; potencializar o talento do atacante colombiano, que já mostrou do que é capaz, mas não consegue ser regular e decisivo como se espera; recuperar o futebol do meia-atacante português; e consolidar o sistema defensivo para que o zagueiro possa atuar como armador como fez na Colômbia.

Sobre o último ponto, Pedro Emanuel admitiu a fragilidade e pregou uma mudança de mentalidade após a partida. Como falou em sua apresentação, este seria o primeiro foco de intervenção e não é exagero. O clube sofreu ao longo da temporada com gol evitáveis e perdeu pontos importantes por isso.O Vasco jogou dois tempos distintos no empate em 2 a 2 com o Independiente Medellín, pelos playoffs da Sul-Americana. No primeiro, um time organizado, que impôs seu ritmo de jogo, mas foi punido nos acréscimos pela ineficiência. No segundo, ainda que tenha empatado em 30 segundos, foi o oposto, muito por conta das substituições do técnico Pedro Emanuel, que passou a ver o tamanho do trabalho que terá pela frente.

E o empate seguiu o roteiro da derrota para o Vitória, no Brasileirão: o time teve volume, não aproveitou e viu falhas defensivas serem cruciais no resultado, que só não foi pior, pois Cuiabano teve grande atuação e somou mais duas participações para gol (mesmo que um tenha sido contra).

— Faltou eficácia e sermos mais incisivos nos últimos 30 metros durante o primeiro tempo. Fizemos aquilo que pedi: tivemos mais posse de bola e mais aproximações ao gol do Independiente, mas não conseguimos marcar — reconheceu o treinador, após seu segundo jogo no comando do time.

O lado esquerdo foi o mais forte no jogo, com Andrés Gómez e Cuiabano ditando o ritmo, e contando com a participação de Robert Renan e Nuno Moreira — Rojas entrou no segundo tempo e não fez bom jogo. Desse grupo, os desafios serão equilibrar a minutagem do lateral, que é um dos líderes em assistências do elenco, mas tem histórico de lesões musculares; potencializar o talento do atacante colombiano, que já mostrou do que é capaz, mas não consegue ser regular e decisivo como se espera; recuperar o futebol do meia-atacante português; e consolidar o sistema defensivo para que o zagueiro possa atuar como armador como fez na Colômbia.

Sobre o último ponto, Pedro Emanuel admitiu a fragilidade e pregou uma mudança de mentalidade após a partida. Como falou em sua apresentação, este seria o primeiro foco de intervenção e não é exagero. O clube sofreu ao longo da temporada com gol evitáveis e perdeu pontos importantes por isso.

Time do Vasco na Sul-Americana — Foto: Jaime SALDARRIAGA / AFP

Sobre o aspecto defensivo, Pedro Emanuel admitiu a fragilidade e pregou uma mudança de mentalidade. Como falou em sua apresentação, este seria o primeiro foco de intervenção, e frisou que todos são responsáveis por atacar e defender, tirando o peso dos zagueiros – hoje, Robert Renan e Cuesta são donos da posição.

Atualmente, Cauan Barros é o primeiro volante titular do time, mas o português pode começar a testar novas opções diante de duas atuações em que falhas do jogador foram decisivas. No primeiro gol, não acompanhou Montaño até o fim da jogada e o jogador marcou. Na segunda, demorou para recompor e deixou espaço para que Medina, atacante colombiano, subisse livre.

— O erro faz parte do futebol, mas precisamos ter uma mentalidade diferente na forma como defendemos o nosso gol, principalmente nos minutos finais de cada tempo. São momentos importantes e que podem marcar o nosso desempenho no restante da partida. Felizmente, a equipe entrou bem e, no segundo tempo, também fez o gol, que nos animou e nos motivou.

O Vasco volta a campo no sábado, para enfrentar o Mirassol em São Januário, pelo Brasileirão. Na quarta, encara o Independiente Medellín em casa, pelo jogo de volta da Sul-Americana.



Com informações da fonte
https://extra.globo.com/esporte/vasco/noticia/2026/07/vasco-ve-roteiro-se-repetir-no-empate-pela-sul-americana-e-pedro-emanuel-tira-licoes-para-o-jogo-de-volta.ghtml

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