A construção do Plaza Shopping Maricá será viabilizada com R$ 230 milhões do Fundo Soberano do município, segundo detalhou o presidente da Codemar, Celso Pansera. O recurso será aplicado por meio da Maricá Global Invest (MGI), empresa que faz a gestão financeira e jurídica do fundo.
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O modelo prevê que a prefeitura invista na construção e, depois, o empreendimento seja operado por uma empresa privada especializada na gestão de shoppings.
“O Fundo Soberano é para aumentar o tamanho da economia da cidade, não para ficar engordando juros de banco”, afirmou Pansera.
Prefeitura assume papel de indutora da economia
De acordo com o presidente da Codemar, grandes empresas ainda não enxergam totalmente o potencial econômico de Maricá, o que leva o município a assumir o papel de indutor do desenvolvimento.
“Se a prefeitura não assume o papel de investir e induzir a economia, a iniciativa privada demora a chegar.”
A proposta é transformar o perfil histórico de cidade-dormitório em um polo de serviços, tecnologia, turismo e inovação.
O Plaza Shopping Maricá terá:
• Cerca de 100 lojas
• Praça de alimentação
• Quatro salas de cinema
• Aproximadamente 1.000 vagas de estacionamento
O projeto integra um novo eixo de crescimento urbano e econômico da cidade.
Cronograma
Segundo Pansera:
• Setembro de 2027 – início da instalação dos lojistas
• Dezembro de 2027 – previsão de abertura ao público
“No Natal de 2027, as famílias de Maricá vão comprar seus presentes aqui nesse shopping.”
Energia: prefeitura promete reforço na infraestrutura
Sobre a capacidade energética, a Codemar informou que:
• Há reuniões com a Enel
• Está em curso licitação para uma usina fotovoltaica
• Projeto prevê:
• 80 hectares de área
• Investimento de cerca de R$ 20 milhões
• Aumento de até 25% na oferta de energia
• Estudos para construção de nova subestação
Estratégia: usar royalties para gerar base produtiva
O discurso reforça a linha de que os recursos dos royalties e do fundo soberano estão sendo direcionados para investimentos estruturais.
“Estamos mudando a realidade da cidade. Não é fácil, incomoda, mas a gente não recua”, disse Pansera.

