- Uma vez que será a atuação dos agentes?
- A Força Municipal vai participar de confrontos em comunidades?
- Assim porquê a Polícia Social, a Força Municipal vai investigar crimes?
- Em que situações os guardas vão disparar suas armas?
- Uma vez que os 22 pontos iniciais foram escolhidos?
- O que são pontos quentes nesse protótipo de policiamento adotado pela Força Municipal?
- O que é o CompStat.Rio, que a prefeitura criou para planejar as ações?
- Outros órgãos públicos estão envolvidos no planejamento da Força Municipal?
- Quantos agentes integram a Força Municipal?
- Uma vez que serão as rondas nos pontos escolhidos?
- Uma vez que a prefeitura vai monitorar esses agentes quando estiverem na rua?
- Os agentes vão atuar 24h nos pontos escolhidos?
- Qual será a graduação de trabalho dos agentes?
- Quantos agentes vão trabalhar em cada um desses turnos?
- Por que foram escolhidas 22 áreas e não houve demarcação de pontos pela cidade inteira?
- Uma vez que evitar a sobreposição de funções entre a Força Municipal e a PM?
- Os agentes da força municipal vão permanecer lotados com os demais colegas no quartel de São Cristóvão?
- O agente da Força Municipal pode ser emprestado para outro órgão público, porquê a Câmara de Vereadores do Rio, ou atuar em meandro de função, porquê escolta de autoridades, por exemplo?
- Os agentes podem portar armas fora do expediente?
- Os agentes têm alguma diferença na remuneração por integrarem a tropa de escol?
- Além do entorno do Jardim de Alah e da Rodoviária, quais são as outras 20 áreas escolhidas? E quais serão os horários de atuação?
A prefeitura do Rio anunciou na terça-feira que os agentes da Força Municipal, que vão trabalhar armados, começam a trabalhar nas ruas no próximo domingo. Os locais escolhidos são o entorno do Jardim de Alah e da Rodoviária Novo Rio. Em uma primeira período, foram definidas 22 áreas do Rio, sendo que a implantação do projeto se dará de forma gradativa nas próximas semanas. Saiba mais sobre a novidade Força de Segurança da cidade.
Uma vez que será a atuação dos agentes?
A teoria é que os integrantes da corporação trabalhem na prevenção de pequenos delitos de rua, porquê roubos e furtos, seja a transeuntes ou ao transacção, por exemplo. Eles serão informados sobre as ocorrências mais comuns na superfície que vão vigiar para prestarem atenção a comportamentos atípicos que podem indicar um delito. Em locais onde há número maior de furtos e roubos de motos, uma das orientações é abordar condutores em situação suspeita, porquê circulando pela passeio.
A Força Municipal vai participar de confrontos em comunidades?
A Força Municipal é considerada uma atividade de policiamento preventivo. Por isso, os agentes não participarão de incursões para a retomada de territórios ou prender suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas, que são atribuições seja da Polícia Militar seja da Polícia Social.
Assim porquê a Polícia Social, a Força Municipal vai investigar crimes?
Não, o foco é o policiamento comunitário e preventivo. As ocorrências que envolverem a Força Municipal serão registradas nas delegacias da região, que caberá investigar os casos.
Em que situações os guardas vão disparar suas armas?
O treinamento oferecido por instrutores da Universidade da Polícia Rodoviária Federalista na Ateneu da Guarda Municipal prevê o uso progressivo da força, sendo que o trabalho das pistolas Glock 9 milímetros só deve ser usado em situações excepcionais, porquê nos casos em que os agentes corram risco de vida, esgotadas outras formas de imobilizar o atacante. Por isso, os agentes vão trabalhar com pelo menos dois equipamentos menos letais, tais porquê algemas, spray de pimenta e gás lacrimogênio, armas de eletrochoque e tonfas, uma espécie de haste para resguardo pessoal.
Uma vez que os 22 pontos iniciais foram escolhidos?
Especialistas em Segurança Pública contratados pela prefeitura se debruçaram sobre estatísticas de pequenos delitos acumuladas nos últimos três anos, para calcular o comportamento da mancha criminal. A partir daí, foram escolhidas áreas prioritárias que levaram em conta uma série de fatores, porquê número de ocorrências, se o sítio é de grande circulação de pessoas e os horários em que as ocorrências criminais são mais frequentes.
O que são pontos quentes nesse protótipo de policiamento adotado pela Força Municipal?
Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) de 2024 identificou as diferenças entre os modelos. Segundo esse estudo, o policiamento tradicional secção da premissa de que crimes podem ocorrer a qualquer hora, lugar com qualquer pessoa. Isso exige patrulhamento da maior superfície provável de uma determinada cidade. O concepção de pontos quentes secção do princípio de que a criminalidade não é distribuída de forma aleatória ou uniforme entre todas as vias de uma cidade. Ele utiliza dados estatísticos para provar que a criminalidade se concentra em relativamente poucos locais e em certos horários. E foca o planejamento do policiamento com essa premissa.
O que é o CompStat.Rio, que a prefeitura criou para planejar as ações?
Trata-se de um protótipo inspirado em um projeto criado pela polícia de Novidade York em 1994 e depois copiado pelas forças policiais de outras grandes cidades americanas. Uma vez por semana, especialistas em segurança pública e analistas de dados se reúnem para calcular se o planejamento realizado surtiu o efeito desejado ou precisa de alterações. No Rio, essas reuniões já começaram a ser realizadas, sempre às terças-feiras na sede do Meio de Operações Rio( (Cor).
Outros órgãos públicos estão envolvidos no planejamento da Força Municipal?
Vários órgãos estão envolvidos. A teoria é que haja reforço na iluminação pública desses pontos, poda de árvores e outras intervenções para aumentar a sensação de segurança.
Quantos agentes integram a Força Municipal?
A tropa de escol ainda está em processo de formação. A teoria é descrever com 4,2 milénio agentes recrutados na própria Guarda Municipal até o termo de 2028. Destes, 600 integram as primeiras duas turmas treinadas pela Polícia Rodoviária Federalista (PRF) que serão distribuídas pelos 22 pontos em datas ainda a serem divulgadas, em 20 dessas regiões. Um novo edital para o recrutamento de mais agentes deve ser divulgado nas próximas semanas. A prefeitura desistiu da teoria de descrever com agentes provisórios, porquê desejava, porque a lei federalista que criou o Regimento da Guarda Municipal deixa simples que somente agentes concursados podem fazer secção da corporação.
Uma vez que serão as rondas nos pontos escolhidos?
Os agentes vão sempre trabalhar em duplas ou trios patrulhando as vias escolhidas, com espeque de motocicletas e carros, onde haverá uma outra dupla de agentes. Todos os dias, os agentes vão receber pelo celular as rotas que devem percorrer, muito porquê o tempo de permanência nas vias, em uma planilha chamada Quadro de Missão Dirigida.
Uma vez que a prefeitura vai monitorar esses agentes quando estiverem na rua?
Os agentes serão monitorados por câmeras corporais que funcionarão de forma ininterrupta. As equipes serão acompanhadas por GPS. Caso se desviem do perímetro de atuação por mais de 15 minutos, é emitido um alerta no Meio de Controle Operacional. E um supervisor fica responsável por investigar o motivo.
Os agentes vão atuar 24h nos pontos escolhidos?
Não. A teoria é que a Força Municipal trabalhe nos horários de maior número de ocorrências de roubos e furtos, que varia conforme cada endereço escolhido. As informações tomam porquê base dados oficiais sobre ocorrências policiais. Há locais, porquê na Avenida Presidente Vargas, em que os crimes se concentram no termo do dia, na volta do trabalhador para vivenda. Em outras, porquê na Avenida das Américas e na orla da Barra, as ocorrências se concentram à noite, principalmente nos fins de semana, quando há maior número de pessoas nas ruas próximo a shoppings e bares.
Qual será a graduação de trabalho dos agentes?
Os agentes podem ser escalados para trabalhar no regime de 40 horas semanais ou na graduação de 12 por 36 horas. Os integrantes da Força Municipal não poderão atuar no regime de 24 por 72 horas.
Quantos agentes vão trabalhar em cada um desses turnos?
O efetivo totalidade disponível no momento é de 600 agentes. O número de agentes em cada ponto não será divulgado por questões estratégicas.
Por que foram escolhidas 22 áreas e não houve demarcação de pontos pela cidade inteira?
Nessa período inicial, exclusivamente 600 agentes foram treinados pela Polícia Rodoviária Federalista para o patrulhamento ostensivo e trabalho de armas de queimação. Por isso, o Compstat. Rio, órgão da prefeitura que analisa dados de ocorrências, definiu as áreas prioritárias com base nas manchas criminais. A meta é chegar a 4,2 milénio agentes até 2028 e um novo edital de seleção será anunciado nos próximos dias para agentes da GM interessados em participar do programa.
Uma vez que evitar a sobreposição de funções entre a Força Municipal e a PM?
Uma reunião nesta terça-feira definiu que a cada 15 dias haverá encontros na Secretaria de Segurança Pública para apresentação do planejamento da Força Municipal para servir de base para que os batalhões da PM também definam onde ficarão seus efetivos. No entanto, ainda não há diálogo com as equipes do Segurança Presente, do governo do Estado, programa que o prefeito Eduardo Paes acusa de ser usado menos porquê política pública e mais para interferências políticas de deputados na superfície da Segurança Pública.
Os agentes da força municipal vão permanecer lotados com os demais colegas no quartel de São Cristóvão?
Negativo. Inicialmente, a prefeitura montou três bases operacionais, inclusive com áreas reservadas para a guarda e controle de saída de armas. Cada base tem aproximadamente 500 metros quadrados de superfície construída. A base litorânea, localizada próximo ao Hospital Miguel Couto, servirá de espeque para os agentes atuarem na Zona Sul e na Zona Sudoeste. A base setentrião fica no Parque Piedade, enquanto a base oeste fica no Parque Oeste, em Inhoaíba. O curioso, nesse caso, é que o município contratou por R$ 5,1 milhões, por um ano, serviço de vigilância armada privada para essas instalações. O município alega que isso foi necessário para que os agentes se concentrem para trabalhar nas atividades para as quais foram treinados.
O agente da Força Municipal pode ser emprestado para outro órgão público, porquê a Câmara de Vereadores do Rio, ou atuar em meandro de função, porquê escolta de autoridades, por exemplo?
Um dos artigos da lei que criou a partilha de escol veda a cessão dos integrantes da partilha, muito porquê dos gestores de segurança municipal, a qualquer título, para órgão ou entidade da Governo Pública, direta ou indireta, do Município ou dos demais entes federativos, seja para o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário.
Os agentes podem portar armas fora do expediente?
É autorizado o porte funcional de arma de queimação, para uso no estrito manobra de suas funções. A compra de armas de queimação, para fins de uso pessoal, é proibida.
Os agentes têm alguma diferença na remuneração por integrarem a tropa de escol?
Os integrantes dessa tropa ganham uma gratificação que, somada aos salários, garante uma remuneração mínima de R$ 13.303, conforme o tempo de curso. Deste totalidade, R$ 10.283,48 por portarem arma de queimação e R$ 916,51por suplementar de risco.
Além do entorno do Jardim de Alah e da Rodoviária, quais são as outras 20 áreas escolhidas? E quais serão os horários de atuação?
- General Osório, Terreiro Nossa Senhora da Silêncio e entorno. As ocorrências se concentram na madrugada dos fins de semana e geralmente as vítimas se encontram em momentos de lazer. A Avenida Vieira Souto concentra 29% dos casos.
- Leme. Posto 1. O levantamento mostra que 100% das ocorrências se concentram nos fins de semana à tarde na Avenida Atlântica, quando há maior concentração de turistas.
- Avenida Atlântica, rua Barata Ribeiro e entorno: ocorrências se concentram nos fins de semana à noite, com 78% dos casos se concentrando na orla.
- Praia do Arpoador e no entorno. Atlântica e Francisco Bhering
- São Clemente e Voluntários da Pátria: 27% das ocorrências se concentram na Rua Voluntários. Ocorrências se concentram no termo de semana, sendo que 19% dos casos na Rua Soares Caldeira. Ao todo, são apontados 18 pontos quentes nas seguintes vias: Edgard Romero (quatro); Estrada do Portelo (três); Carolina Machado (quatro); Mentor Galvão (dois); Rua Ângelo Dantas; Rua Clara Nunes; Rua Mentor Dantas; Rua Roble de Souza (dois); e Viela Márcio Pimpa (um, por via).
- Shopping Rio Sul e entorno. Fins de semana à tarde. Ao todo, 33% das ocorrências se concentram na Rua Lauro Müller.
- Praia de Botafogo, rua Marquês de Abrantes e entorno: fins de semana à noite, sendo que 25% das ocorrências são registradas na Praia de Botafogo.
- Cinelândia, incluindo Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana e Medial do Brasil: 53% dos casos se concentram na Avenida Presidente Vargas, no horário de saída do trabalho.
- Terreiro Santos Dumont, Parque dos Patins e entorno: 67% das ocorrências se concentram na Rua Jardim Botânico nos fins de semana, no termo da noite.
- Avenida Lúcio Costa, Avenida das Américas e o entorno. As ocorrências se dão principalmente nos fins de semana, sendo que 53% dos casos ocorrem nas imediações do Shopping Città América. O diagnóstico é que os bandidos aproveitam a concentração de pessoas em torno de bares, restaurantes e outros pontos de entretenimento, que geram muito movimento de passageiros na integração entre o terminal integrado do BRT e o Jardim Oceânico.
- Avenida Ayrton Senna e entorno: 53% das ocorrências são na Avenida Ayrton Senna e ocorrem nos fins de semana. São detalhados cinco quentes na via. Desses, quatro na Ayrton Senna: são eles: na profundidade do 2541 (posto BR com a escola CEC) e a Avenida Jorge Curi; no sentido Barra Olímpica, entre o termo da Risco Amarela e a profundidade do número 3.600 e a Avenida Engenheiro Carlos Roble ); sentido Barra Olímpica); entre o termo da Risco Amarela e profundidade do número 3.600; e na profundidade do número 4.701 (pista do meio); entre a Avenida Nelson Mutarrej Rebento e o Shopping Via Parque. O quinto ponto fica na Avenida das Américas, entre a Avenida Luís Carlos Prestes e o retorno para a Avenida das Américas, localizado em frente ao Barra Shopping.
- Maracanã, Uerj e entorno: as ocorrências se concentram nos dias úteis, sendo que 48% delas em frente à estação do Metrô de São Cristóvão. Ocorrências são atribuídas ao grande número de estudantes de instituições no entorno e aos eventos no estádio Mário Rebento.
- Ruas São Francisco Xavier, Afonso Pena e entorno. As ocorrências se concentram no período noturno, com 30% dos casos na Rua Mariz e Barros. Casos são atribuídos ao vestimenta de possuir grande concentração de transacção e moradores retornando do trabalho.
- Madureira, incluindo trecho entre a estação de trem, o Mercadão e o Madureira Shopping. Ocorrências se concentram no termo de semana, sendo que 19% dos casos na Rua Soares Caldeira. Ao todo, são apontados 18 pontos quentes nas seguintes vias: Edgard Romero (quatro); Estrada do Portelo (três); Carolina Machado (quatro); Mentor Galvão (dois); Rua Ângelo Dantas; Rua Clara Nunes; Rua Mentor Dantas; Rua Roble de Souza (dois); e Viela Márcio Pimpa (um, por via).
- Marechal Hermes e entorno. Ocorrências se concentram no termo de semana, próximo à estação de trem e do polo gastronômico. Ao todo, 47% dos casos são na Rua Carolina Machado.
- Méier, Cachambi e entorno. São identificados dez pontos quentes no período diurno, principalmente no entorno do Hospital Salso Rebento, entorno da estação de trens e do transacção sítio. São eles: Rua Ana Barbosa (entre a Rua Hermengada e a Rua Dias da Cruz); Rua Arquias Cordeiro (esquina com a Rua Eliza de Albuquerque); e sob o viaduto Castro Alves até o Hospital Salso Rebento e a Rua Getúlio); Rua Castro Alves (da Rua Coração de Maria até a Rua Getúlio); Rua Coração de Maria (da Rua Rocha Pita até a Rua Salvador Pires); Rua Garcia Rotundo (da Rua Cachambi até a Terreiro Avaí); Rua Miguel Fernandes (da Rua Capitão Rezende até Gastão Leão); Rua Tenente Costa (da rua Coração de Maria até a Rua Marília de Dirceu); e rua Vinte e Quatro de Maio (na profundidade do 1229 até a Rua Maria do Repousado. E da rua Barão do Bom Retiro até a rua Allan Kardec).
- Setentrião Shopping, estação do Metrô de Del Castilho e entorno. Maior número de casos à noite, nos fins de semana. 35% das ocorrências se concentram na Avenida Pastor Martin Luther King, em frente ao Shopping Novidade América, onde há concentração de usuários de transportes públicos e clientes de lojas.
- Campo Grande, no entorno do calçadão e da estação de trem. Maior incidência de furtos à noite nos dias úteis, coincidindo com a volta para vivenda. Ao todo, 37% dos casos se concentram na Rua Campo Grande.
- Santa Cruz, no entorno do Santa Cruz Shopping e da estação de trens. Maior número de casos de roubos e furtos no período da tarde, associado ao movimento no transacção e ao uso do BRT e dos trens. Ao todo, 42% das ocorrências são na Rua Felipe Cardoso.
- Bangu – Dias úteis, principalmente no entorno do shopping Bangu.

