Servidores da rede estadual de ensino fazem manifestação em frente à Alerj

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Os profissionais da rede de Educação do Estado do Rio de Janeiro se reuniram, nesta terça-feira (dia 29), em frente à Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) para pressionar pelo encaminhamento de suas reivindicações, alinhadas durante a assembleia geral, realizada no dia 12 pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio (Sepe-RJ).
Entre as pautas, estão a confirmação da Revisão Geral Anual (RGA), referente a 2025 e o pagamento do Piso Nacional do Magistério sobre o Plano de Carreira, já que, atualmente, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) não aplica o piso, mas um complemento ao vencimento.
Em relação ao RGA, o governo afirma que, por meio da Secretria de Planejamento e Gestão (Seplag-RJ), o tema segue em análise.
O Sepe também cobra a publicação do abono funcional dos dias de paralisação e greves, além do reajuste no valor dos auxílios transporte e alimentação — este último, no valor de R$ 12 por dia há mais de dez anos.
Os servidores pedem ainda a migração dos docentes II, o enquadramento dos Ex-Faep (Fundação de Apoio à Escola Pública) no plano de carreira da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), e a regulamentação da situação dos animadores culturais.
Por fim, o sindicato solicita a realização de concurso público na área, melhores condições de trabalho, o fortalecimento da educação inclusiva, e a revogação de medidas para aprovação automática.
Os servidores estão em estado de greve, etapa anterior à paralisação total, um alerta de que uma greve de fato pode ser votada nas próximas reuniões caso as negociações não avancem. O estado foi votado também na assembleia do dia 12.
Além da manifestação, os profissionais da Educação também farão uma paralisação de 24 horas, seguida pela assembleia geral. No mesmo dia, haverá um ato em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJRJ).
Ato em Seropédica
Também nesta terça-feira (dia 29), os servidores da Educação do município de Seropédica realizaram um ato para solicitar a abertura de canal de comunicação com a prefeitura. Eles denunciam a ausência de um cronograma de pagamento do 13º salário e dos atrasos dos quinquênios, a má qualidade da merenda servida aos alunos e ausência de políticas de educação inclusiva com profissionais concursados.



Com informações da fonte
https://extra.globo.com/economia/servidor-publico/noticia/2026/09/servidores-da-rede-estadual-de-ensino-fazem-manifestacao-em-frente-a-alerj.ghtml

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