– Divulgação/Polícia Militar
Animais eram mantidos em gaiolas no bairro Segredo
Divulgação/Polícia Militar
Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, os agentes foram ao estabelecimento, na Rua Orilho Picole, após receberem uma denúncia sobre a criação de pássaros em cativeiro. O proprietário autorizou a entrada dos policiais, que encontraram diversas gaiolas com animais da fauna silvestre.
Durante a fiscalização, os agentes verificaram que algumas aves possuíam licença. Os animais sem documentação foram apreendidos, junto com sete gaiolas, e encaminhados à delegacia para análise da autoridade policial. O caso foi registrado na unidade policial, que deverá avaliar as medidas cabíveis.
Tenente do Bope morre baleado
De acordo com a Polícia Militar, uma equipe do Bope realizava uma abordagem a um carro na Rua Guilherme Moreira, na fronteira entre os bairros. Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) viram a movimentação e, devido à baixa luminosidade no local, teriam confundido a abordagem com uma ação criminosa. Eles atiraram contra os agentes do Bope.
O subtenente Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, e outros cinco policiais foram atingidos, sendo quatro do Bope e um do 18º BPM. O grupo foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na Zona Sudoeste.
Gláucio não resistiu aos ferimentos. Ainda não há informações sobre os estados de saúde dos outros feridos.
O agente era irmão de Héber Carvalho da Fonseca, um dos policiais mortos na megaoperação da Penha e do Alemão, que se tornou a ação mais letal da história do país. No dia 28 de setembro, o subtenente fez uma postagem dizendo que continuava com saudades do irmão, escrevendo um “até breve”.
Gláucio deixou três filhos. Ele estava há 26 anos na corporação, sendo a maioria deles no Bope. Ainda não há informações sobre seu enterro.
