Poze do Rodo Reprodução do Instagram
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“Não dá para aceitar isso, não. Comigo foi maior esculacho. Os caras (policiais) vieram me prender, sabendo que eu ia ser solto e me esculacharam. Me botaram de cara para a parede, mão para trás, abaixa a cabeça, não olha para a câmera, não, maior fuzuê, e depois de cinco dias me soltaram. Sabem que eu sou artista, para eu ter tudo o que tenho hoje foi com o meu suor. Vocês me humilhando, e eu indo para cima… E agora os caras (criminosos) conduzidos igual príncipe encantado”, afirmou.
Um pouco antes, Poze falou sobre o episódio de estupro. “Não consigo me controlar nesse momento. Não é possível que vão achar normal um estuprador… Imagina o pai da menina o que está pensando? […] Imagina o ódio da família?… Esses ‘fanfarrões’, comédias… Não tem papo de ser preso, não. Deus me perdoe, essa raça não merece nem ser presa. Merece aquele ‘pique’ mesmo”, desabafou.
Entenda
O estupro coletivo ocorreu na noite do dia 31 de janeiro, em Copacabana. A vítima contou que recebeu uma mensagem de um colega da escola, com quem já teve um relacionamento anteriormente, a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”.
No interior do apartamento, ela foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que insistiam para ela manter relações com eles. Com a negativa, eles passaram a despir-se e a praticar abusos, inclusive fazendo uso de violência física e psicológica.
Após a denúncia, quatro jovens, além de um adolescente, pelo abuso de uma menina de 17 anos. A delegacia representou pela prisão dos homens, que responderão por estupro, e pela apreensão do adolescente, por ato infracional análogo ao mesmo crime.
Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, 19; e João Gabriel Xavier Bertho, também 19


