Após a votação popular definir um homem e uma mulher para entrarem na disputa do ‘Estrelas da casa’, que estreia nesta terça-feira (25), Junior Lima terá uma missão decisiva ao vivo: escolher mais cinco homens e cinco mulheres para completar o grupo Pop. Ao todo, os 12 participantes representarão o estilo musical ao longo da competição.
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Júnior e Belo, os mentores do “Estrelas da casa”
Globo/Beatriz Damy
Pela primeira vez, o público verá os candidatos do Pop se apresentando em conjunto no palco e não apenas individualmente, em performances que ajudam a revelar as conexões e afinidades que podem ser determinantes nas escolhas do mentor.
Mais do que reunir talentos individuais, o desafio de Junior será encontrar combinações capazes de funcionar artisticamente em conjunto. “Talvez o público imagine que o mais difícil seja montar um grupo pop pela busca por talentos individuais. Mas, para mim, o maior desafio está justamente naquilo que não conseguimos medir: a química entre as pessoas”, explica o mentor. Para ele, conexão, complementaridade e identidade coletiva serão fatores decisivos na formação do grupo.
Junior Lima está na equipe do ‘Estrelas da casa’
Beatriz Damy/Rede Globo
Foi justamente o formato inédito da temporada que mais despertou o interesse do artista. “A proposta de montar um grupo pop traz um formato que foge do que já foi feito. Se eu não estivesse participando, ia querer participar”, afirma Junior.
Na entrevista a seguir, Junior fala sobre os critérios que pretende observar nos candidatos, os desafios de formar um grupo Pop e o papel que exercerá como mentor nesta temporada do reality.
E a formação dos grupos está só começando. Na próxima quinta-feira (27), será a vez de o público escolher um homem e uma mulher para o Pagode e acompanhar Belo completando as demais vagas da equipe do estilo musical, em mais uma etapa decisiva da competição.
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Entrevista com Junior Lima
Qual é a primeira coisa que você vai observar nos participantes?
Eu acho que vai ser a qualidade artística individual de cada um e logo na sequência a capacidade de dividir isso com as outras pessoas e de se conectar com quem estiver ali no palco e conseguir trazer uma química.
Qual o maior desafio de formar um grupo pop?
Talvez o público imagine que o mais difícil seja montar um grupo pop pela busca por talentos individuais. Mas, para mim, o maior desafio está justamente naquilo que não conseguimos medir: a química entre as pessoas. É entender o quanto elas combinam cantando juntas, visualmente, nas vozes, se elas se complementam ou se têm características parecidas. Acho que encontrar esse equilíbrio é a parte mais difícil.
Que tipo de mentor você pretende ser? Mais bonzinho ou mais durão?
Eu não sou muito durão, tenho o coração mais mole, tendo a ir pelo amor. Mas, ao mesmo tempo, eu sou bastante exigente e eu sei muito sobre esse assunto, então eu tenho um papel a cumprir que é o de ir selecionando as pessoas até chegar em um grupo ideal. Olhando para tudo isso e exercendo o meu papel, eu vou ter que ser profissional e exigente como sou com meu trabalho e serei com eles também.
O que te faz acreditar que esta edição pode revelar grandes nomes da música brasileira?
Estou levando a sério todo esse trabalho. Acredito que temos chance de sair desse programa com grandes artistas, com grandes vozes. Temos participantes que dançam e cantam muito bem, e que são interessantes.
O que mais te empolgou quando você conheceu a dinâmica e o formato desta nova edição?
Este ano, a dinâmica está diferente. A proposta de montar um grupo pop traz um formato que foge do que já foi feito. Se eu não estivesse participando, ia querer participar. Ao longo do programa, vamos acompanhar a construção desses artistas, tanto na lapidação individual quanto no desenvolvimento deles como grupo.
De que forma a sua trajetória e as influências que recebeu ao longo da vida ajudam você no papel de mentor?
Eu venho de uma família que já vive isso há muito tempo. Com meu pai, vivenciei muito a rotina de estúdio e a relação com os fãs. Com a minha mãe, acompanhei o dia a dia dos palcos e de toda a preparação. Para mim, as coisas foram acontecendo de forma natural, mas nada foi à toa, porque eu trazia uma bagagem deles que foi fundamental. Sempre fui muito atento aos toques que me davam. Não sou um artista de muitas regras, sou muito do feeling, mas consigo identificar com facilidade os pontos que podem ser aprimorados. Acho que tenho esse olhar de forma bem natural.
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Com informações da fonte
https://extra.globo.com/blogs/telinha/post/2026/08/junior-lima-ganha-missao-especial-na-estreia-do-estrelas-da-casa-hoje.ghtml
