Em 'Três Graças', Lucélia e Vandilson começam a se envolver: 'Ela quer aliados', diz Daphne Bozaski

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Uma carinha fofa esconde a verdadeira face de Lucélia em “Três Graças”. A jovem é capaz de qualquer coisa para ter dinheiro e poder, seja se relacionar com bandidos ou colocar a vida do próprio tio em risco. No capítulo de hoje, ela inventa que Kásper (Miguel Falabella) está envolvido com drogas, já que ele não sai da Chacrinha depois que viu a estátua As Três Graças no ferro-velho. A vilã descobre a escultura e tenta ganhar dinheiro em cima disso. Intérprete da peste, Daphne Bozaski revela que sai cansada das cenas cruéis da personagem.
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— Lucélia quer poder e dinheiro. Acha que está certa sempre e que o tio merece o sofrimento. Não dá pra defender. Tô trabalhando sempre na oposição. Nunca na alegria, na prosperidade, na comunhão do bem. Tô sempre com a energia para o mal — brinca a atriz, de 33 anos.
Ao longo da trama, ela já falou várias atrocidades em cena. Foi homofóbica, machista e racista. É, inclusive, informante de Ferette (Murilo Benício), tão ruim quanto ela. Todo esse veneno aguça a raiva do público.
— Também tenho vontade de bater nela. Vejo as cenas e falo: “Gente, que raiva!”. Mas há pessoas que pensam como a Lucélia. Estou me divertindo, apesar do risco de apanhar (risos). Acho difícil ela ter redenção. Só se cair do cavalo e se apaixonar por alguém que tire o chão dela. Tudo é possível — pondera a paulistana.
Lucélia (Daphne Bozaski) em ‘Três Graças’
Estevam Avellar/ Rede Globo/ Divulgação
Se será amor ou não, só o tempo dirá, mas, nos próximos capítulos do folhetim, a jovem se envolve com Vandilson (Vinicius Teixeira), outro bandido da Chacrinha, depois de ela ter tido cenas quentes com Bagdá (Xamã), chefe do tráfico.
— Lucélia precisava de um aliado que comprasse suas loucuras, mas o Bagdá tá na busca do amor. É um bandido sensível. Já ela quer aliados. Até então, estava sozinha nos planos — pontua Daphne.
A artista faz sua primeira vilã na TV após papéis de mocinhas como a Benê, de “Malhação: viva a diferença” e “As five” (2017-2023); e Lupita, de “Famíla é tudo” (2024):
— Estou adorando ser vilã. É divertido trabalhar um lado malicioso. Não senti medo da rejeição do público. Até porque veio depois da Lupita, que não era naturalista, falava um portunhol. Quando veio a Lucélia, pensei: “É tudo que eu precisava”. Se fosse minha primeira personagem na TV, talvez tivesse mais risco de as pessoas falarem que sou péssima.
Filho da atriz não pode ver a novela por causa das maldades de Lucélia
Daphne Bozaski com o filho, Caetano, e o marido, Gustavo
Reprodução/ Instagram
Para as gravações da novela no Rio, Daphne deixou a família em São Paulo. Mas, nas horas vagas, ela fala com o filho, Caetano, de 7 anos. A atriz conta que não deixa o garotinho ver suas sequências na trama das nove por causa das maldades de Lucélia.
— Não são para a idade dele, mas, às vezes, Caetano acaba vendo uma cena ou outra. Tem os amigos da escola que comentam também. Ele não entende ainda. Acha que quando estou na TV é algo que está acontecendo ao vivo. Queria muito trazê-lo em uma gravação — planeja.
Daphne afirma que matriculou o filho, fruto de seu casamento com o chef Gustavo Araújo, num curso de teatro para crianças:
— Quero ver se ele entende um pouco essa loucura da profissão. Meu filho é muito emotivo. Às vezes, chora e eu falo: “Deixa de drama. A atriz aqui sou eu” (risos).
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Com informações da fonte
https://extra.globo.com/entretenimento/tv/noticia/2026/02/em-tres-gracas-lucelia-e-vandilson-comecam-a-se-envolver-ela-quer-aliados-diz-daphne-bozaski.ghtml

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