Polícia pediu a pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos na morte do cão OrelhaReprodução modificada com IA
Segundo informações da própria polícia, foram analisadas mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras. Além disso, 24 testemunhas foram ouvidas.
As imagens analisadas foram fundamentais para as autoridades, embora não existam gravações do momento do ataque ao animal. Foi através delas que os investigadores puderam verificar as roupas usadas pelo rapaz no dia do crime, além de comprovar que ele havia saído de madrugada do condomínio onde mora.
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Um outro software, agora israelense, de recuperação de dados apagados de celulares também foi utilizado.
O depoimento do rapaz, colhido na semana passada, também foi chave para desvendar o crime. O jovem se contradisse, afirmando que não havia deixado sua casa naquele fim de madrugada. Mas a polícia já tinha as imagens comprovando o contrário. Havia vídeos do controle de acesso da portaria, imagens do moleton e do boné que ele usava, além do relato de testemunhas afirmando que o jovem havia deixado o condomínio.
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Na chegada a Santa Catarina, um parente do adolescente tentou esconder o boné e ainda afirmou que o moleton que estava na bagagem havia sido comprado nos EUA. Mas eram os mesmos usados no dia do ataque a Orelha, como as autoridades já sabiam.
Com todas essas provas em mãos, a Polícia Civil decidiu pedir a internação do agressor. Outros três adultos ligados aos quatro adolescentes foram indiciados por coação a testemunha.

