Elas estão de volta! Confira as peças que retornam aos palcos cariocas

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De quarta (14) a domingo (18), o Grupo Galpão encena (Um) Ensaio Sobre a Cegueira, versão do clássico literário lançado por José Saramago (1922-2010) em 1995. A produção, com dramaturgia e direção de Rodrigo Portella, apresenta uma cidade assolada por uma epidemia que faz com que os habitantes deixem de enxergar. Com o isolamento das vítimas em quarentena, noções como ética, moral e coletividade são colocadas em xeque. Teatro Carlos Gomes. Praça Tiradentes, s/nº, Centro. Qua. a sex., 19h. Sáb. e dom., 17h. R$ 22,50 a R$ 90,00. Ingressos pelo sympla.com.br.

A Cor Púrpura acompanha Celie (Suzana Santana), uma negra que cresce no sul dos Estados Unidos no começo do século XX, enfrentando desde cedo violência e submissão. O musical, que reestreia na quarta (14), é baseado no romance de Alice Walker — após vencer um Prêmio Pulitzer em 1982, a obra deu origem ao sucesso cinematográfico de Steven Spielberg. Por aqui, a adaptação é de Artur Xexéo e a direção, de Tadeu Aguiar. Teatro Multiplan. Village Mall. Avenida das Américas, 3900, Barra. Qua. a sex., 20h. Sáb., 16h e 20h. Dom., 15h30 e 19h30. R$ 60,00 a R$ 360,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até 25 de outubro.

A Cor Púrpura: o musical é uma adaptação teatral do romance de Alice WalkerCarlos Costa/Divulgação

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Com Inez Viana, Simone Mazzer, Thalma de Freitas e Yasmin Gomlevsky, O Funcionário que Pede para Não Ser Identificado debate o esgotamento da criatividade devido a burocracia no meio artístico e a necessidade excessiva de produção. A montagem, que volta a partir de quinta (15), se passa em uma repartição onde ideias precisam de aprovação para existir. Michel Melamed assina a direção, o texto e as canções, interpretadas à capela pelos atores. Teatro Firjan Sesi Centro. Avenida Graça Aranha, 1. Qui. e sex., 19h. Sáb. e dom., 17h. R$ 20,00 a R$ 40,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até 15 de novembro.

Pessoa com figurino teatral verde e amarelo, sentada entre pilhas de papéis e pastas antigas, sorrindo para a câmera
O Funcionário que Pede para Não Ser Identificado: comédia musical à capela tem texto, canções e direção de Michel MelamedAndré Mantelli/Divulgação
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Macacos convida o público a pensar sobre o racismo estrutural em sessões na terça (13) e na quinta (15). Dirigida e estrelada por Clayton Nascimento — que tem apenas um batom como elemento cênico —, a peça traz no título a palavra mais utilizada como ofensa racista mundo afora. Em cena, são retratados episódios de preconceito desde o período das grandes navegações, incluindo relatos de parentes de jovens negros presos ou mortos pela polícia. Teatro Rival Petrobras. Rua Álvaro Alvim, 33, Centro. Ter. e qui., 19h30. R$ 50,00 a R$ 170,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até 15 de outubro.

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Homem negro, sem camisa, com o corpo suado e uma linha vermelha pintada do rosto ao umbigo. Ele ergue a mão esquerda, com os dedos abertos, e olha para cima, com expressão de súplica ou êxtase, em um fundo escuro
Macacos: o espetáculo é escrito, dirigido e interpretado pelo ator e dramaturgo Clayton Nascimento./Divulgação
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Com informações da fonte
https://vejario.abril.com.br/programe-se/pecas-teatro-voltam-ao-rio/

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