Com Gilson Borges de Souza, os agentes apreenderam documentos e cartões falsos, além de celulares e dinheiroDivulgação/PCERJ
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Segundo as investigações, “Véi Gilson” era considerado foragido desde 21 de julho de 2022. Ele era monitorado pela polícia do Rio de Janeiro, já que teria buscado abrigo no Complexo da Maré, na Zona Norte. Da comunidade, o criminoso continuava controlando o tráfico do Acre.
Recentemente, Gilson saiu da capital fluminense para procurar esconderijo no Rio Grande do Norte. O criminoso foi encontrado e preso durante uma ação integrada que contou com agentes da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (SSINTE/SEPOL), da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas da Polícia Civil do Acre (DRACO/PCAC), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Acre (GAECO/MPAC), e da Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Norte, com apoio do Ministério da Justiça através da Célula de Capturas montada no Rio de Janeiro.
Com ele, os policiais encontraram documentos e cartões de crédito falsos, além de dinheiro e dois telefones celulares. Contra Gilson foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e uso de documento falso. O nome do criminoso também integrava a Lista de Procurados do Projeto Captura, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), na relação referente ao estado do Acre.
A prisão é resultado do intercâmbio de informações e da atuação coordenada entre instituições de diferentes Estados, reforçando a importância da integração entre os órgãos de segurança pública no enfrentamento às organizações criminosas e no cumprimento de ordens judiciais.
A ação está inserida no âmbito do Projeto Captura, força tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça, através da DIOPI/SENASP e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, através da SSINTE/SEPOL, que tem o objetivo de apoiar os demais estados do Brasil na prisão de criminosos foragidos que se articulem no Rio de Janeiro mediante compartilhamento de informações de inteligência e atuação operacional integrada.
O Dia não localizou a defesa de Gilson Borges de Souza. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.
