Shopping Tijuca: sindicato oferece suporte jurídico a lojistas impactados e compartilha cartilha com orientações sobre prejuízos

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As lojas que funcionam no Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio, tiveram as atividades interrompidas após o incêndio ocorrido na última sexta-feira. Como o estabelecimento permanece fechado para vistorias e investigações da polícia, surgiram dúvidas sobre os prejuízos dos lojistas e a situação dos trabalhadores que atuavam nas unidades. Diante desse cenário, o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio) se mobilizou para prestar assessoria jurídica aos lojistas e atuar na mediação de eventuais demandas. Segundo a entidade, o objetivo é colaborar para a retomada das operações com segurança.
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Em nota, o sindicato informou que está oferecendo orientações trabalhistas, contratuais e regulatórias relacionadas à interrupção das atividades. Também foi elaborada uma cartilha com recomendações para minimizar os prejuízos enfrentados pelos lojistas.
O material traz orientações sobre a recuperação de prejuízos, acionamento de seguros e procedimentos na área trabalhista, com alternativas sobre como lidar com os funcionários das unidades que tiveram as atividades interrompidas em função do incêndio.
A cartilha ainda orienta que os lojistas recolham registros e evidências dos danos antes de realizar qualquer tipo de limpeza nas lojas, além de apresentar um checklist de emergência com as medidas que devem ser adotadas. O material pode ser acessado em www.sindilojas.rio/downloads/
A reabertura do Shopping Tijuca continua sem previsão. Na tarde dessa segunda, a Defesa Civil Municipal interditou o subsolo, onde o incêndio começou, e mais 14 lojas da lateral esquerda. Todas essas áreas foram danificadas pelo calor e apresentam risco de queda de revestimentos internos e desplacamentos de partes do teto e piso. No entanto, não há risco de desmoronamento para o shopping.
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O incêndio
O incêndio atingiu o Shopping Tijuca, na Zona Norte, no início da noite de sexta-feira. Segundo o Corpo de Bombeiros, os quartéis da Tijuca e de Vila Isabel foram acionados às 18h28 para o combate às chamas, que teriam começado em uma loja de decoração. No início da madrugada foi confirmada a informação de que duas pessoas morreram. Entre as vítimas fatais, estavam o supervisor de brigadistas Anderson Aguiar do Prado, que chegou sem vida ao Hospital Municipal Souza Aguiar, e a brigadista Emellyn Silva Aguiar Menezes, retirada do estabelecimento no início da madrugada deste sábado. Ela não apresentava sinais de queimaduras e a primeira hipótese é de que a morte tenha acontecido por inalação de fumaça. Outras três pessoas ficaram feridas.
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Com informações da fonte
https://extra.globo.com/rio/casos-de-policia/noticia/2026/01/shopping-tijuca-sindicato-oferece-suporte-juridico-a-lojistas-impactados-e-compartilha-cartilha-com-orientacoes-sobre-prejuizos.ghtml

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